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Nobel de Literatura

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Aplaudo de pé a iniciativa da Academia Sueca ao conceder o Prêmio Nobel de Literatura de 2016 para Robert Allen Zimmerman, ou Bob Dylan pela sua produção textual poética nas letras de suas músicas. Trata-se de uma iniciativa inédita e que contém, em seu ineditismo, inovação criativa. Claro, sou fã de Bob Dylan. Mas aplaudo não por isto, mas porque entra criatividade e transversalidade.

Poesia é produção textual, portanto passível de premiação com o Nobel de Literatura. Não é romance, mas traduz sentimentos, protestos, pensamentos, contrapensamentos e condensa(a poesia sempre é uma condensação) tudo isto em um espaço de poucas palavras(mesmo que a poesia seja longa).

Da transversalidade pode vir inspiração para as empresas: procurar e encontrar em fontes não convencionais inspiração e resultados para questões ou utilizar este expediente para a inovação, surpreendendo mercado e clientes.

Parte disto já é feito, mas sugiro aproveitarem o ensejo da premiação deste senhor de 75 anos e enfiarem o pé na jaca, acelerarem fundo e verão os resultados que advirão de realmente sair fora do quadrado, algo que tanto se falou(e ainda se fala, é verdade).

Para isto, basta sair do quadrado em que a maioria das empresas se encontra e ficar de olhos e ouvidos atentos. Identificar em fontes novas e em ângulos diferenciados subsídio, substrato, matéria prima. As possibilidades são quase infinitas.

Esta iniciativa do Nobel de Literatura para Bob Dylan abre grandes perspectivas para o mundo todo, também para o mundo corporativo. É mais do que um exemplo, é uma inspiração que fez girar olhares e pensamentos(para quem abriu a mente e não torceu o nariz para esta premiação). Façamos coisas novas, pensemos coisas novas, vejamos coisas novas. Com isto, ao final e ao cabo, teremos resultados novos, quer para o ambiente corporativo, quer para a vida de cada um de nós. Palmas! Muitas palmas!

Dicas do Guion

Pois bem, amigos cinéfilos e apreciadores da sétima arte: disse e sustento que o Guion está mantendo uma programação de altíssimo nível em sua comemoração de 21 anos de atividades. Agora, entra em cartaz Kóblic, com Ricardo Darín e direção de Sebastián Borensztein(dirigiu, por exemplo, Um Conto Chinês, com o mesmo Darín). O filme trata dos anos de chumbo da Argentina, em que Darín encarna um ex-comandante  das Forças Armadas responsável pelos vôos da morte, em que opositores ao regime militar eram jogados ao mar, para que seus corpos nunca fossem encontrados. O filme tem 97 min e está em cartaz em sessões às 13h50 – 15h40 – 17h30 – 19h20 – 21h15. Vale muito a pena ver!

Confira estes e outros filmes(e estreias) em Guion.com.br.

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