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De tacapes e bordunas

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Os tacapes e bordunas são elementos de “convencimento” que índios e outros povos primitivos (ou às vezes não denominados assim, mas de fato o sendo) utilizam com as pessoas. São um argumento afirmativo, digamos. Através dele, a pessoa submetida a sua “argumentação” acaba por concordar ou ceder. Isto é coisa dos tempos passados. Ou não?

Agora as pessoas retornaram do litoral e voltaram para o início do ano 2017. Apesar de o fluxo (em especial na free-way) ter sido diluído em vários dias em função dos inúmeros alertas efetuados pela imprensa, houve uma grande concentração de carros em certos horários de pico. Quando a coisa aperta mesmo, em termos de fluxo, vemos ressurgir a força da borduna. Sejam proprietários de carros grandes forçando passagem, sejam motoristas fazendo do acostamento uma quarta pista (quando a ideia da concessionaria que administra a rodovia não é esta, é que seja uma alternativa de escoamento em baixa velocidade). É aquela velha história: no trânsito, vemos as manifestações mais primitivas dos seres humanos, como se de fato o trânsito fosse uma guerra. É a tal da prepotência por estarem os motoristas escondidos por detrás de pequenos tanques de guerra (é o que pensam) e em que qualquer centímetro de vantagem (literalmente) é importantíssimo e não pode ser deixado para trás. Ou para o outro.

Se houvesse no começo de cada extremidade da free-way um espaço para que fossem deixados tacapes e bordunas, o transito fluiria bem melhor. Muito, mas muito melhor. Ao invés disto, os motoristas parecem pintar-se para uma guerra ao entrarem em seus carros. Não sei o que é pior, a ida ou a volta. Na ida, o verdadeiro desespero por chegar e soltar os bichos. Na volta, a frustração de justamente estar voltando e encerrando (no caso deste final de semana) o veraneio e a possibilidade de pegar uma praia.

Gostaria de ver tacapes e bordunas sendo utilizados para combater os verdadeiros inimigos de nossa sociedade: a falta de educação, a intolerância, a ignorância, a fome, enfim, inúmeros inimigos que mereceriam ser tratados como tal. Que se utilizasse esta energia para combatê-los. Estou certo de que um dia isto acontecerá. Só espero que não seja tão, tão distante que eu não possa ver.

DELGRANI, O PODER DO CAFÉ

Há alguns anos, o pessoal da Delgrani, especializadíssima em cafés, cafeteiras e tudo ligado a este universo me presenteou com uma cafeteira francesa Bialetti. Para quem – como eu – curte não apenas a bebida, mas a experiência do café (aguçando os sentidos e envolvendo em um clima inebriante), compreendendo todo o prazer de fazer e degustar a bebida, foi um momento fantástico. Faço uso diário da cafeteira. Pois agora, para minha surpresa, fui novamente presenteado. Desta vez com uma cafeteira para maiores quantidades: a cafeteira francesa Bialetti Simplicity 1L. Se o primeiro presente foi para um uso individual (ou a dois), este é para uso em casas com muitas pessoas ou no ambiente de escritório. O princípio permanece o mesmo. Trata-se de uma prensa francesa que extrai do pó do café todas as suas características, como sabor, aroma e textura. Ou seja, uma delícia primorosa. Para aqueles que já estão com inveja, digo que não é necessário. Basta acessar:

www.delgrani.com.br e escolher esta fantástica cafeteira! Além disto, a Delgrani faz inúmeras promoções e vendas de produtos de altíssima qualidade relacionados ao universo do café. Confira!

cafeteira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DICAS DO GUION

Voltando! A esmagadora maioria das pessoas que estava na praia já retornou. Claro, há os que ainda querem aproveitar até o finzinho, neste último final de semana. Mas já não são mais maioria. E com o retorno do povo, é ocasião especial para retomar as atividades, dentre eles um prazeroso cineminha no Guion. Pra (não) variar, o Guion conta com excelentes títulos, sendo um deles em estreia. Vamos lá, cinéfilos e apreciadores da sétima arte:

ESTREIA

O Ídolo (Palestina-Reino Unido-Qatar-Holanda-Emirados Árabes Unidos, comédia dramática, com direção de Hany Abu-Assad, 99min)

EM CARTAZ

Os fantásticos Lion – Uma Jornada para Casa, O Apartamento, Um Homem Chamado Ove, Toni Erdmann, A Jovem Rainha e Mistério na Costa Chanel. Muita, mas muita coisa boa para aproveitar o impecável ar condicionado do Guion, saborear suas delícias no café e conhecer exposições, conferir lançamentos de livros, garimpar CDs de alta qualidade (e que não são encontrados em outros lugares). Venha!