O melhor remédio é a prevenção

Crise é a palavra da vez. Na política, na economia, na vida amorosa, financeira ou profissional. É fato que, seja qual for o tipo …

Crise é a palavra da vez. Na política, na economia, na vida amorosa, financeira ou profissional. É fato que, seja qual for o tipo de crise, nunca estamos preparados para enfrentá-la. Mas deveríamos.
Foi para buscar alternativas de gestão de crise que participei de um encontro bem bacana na ESPM, liderado por quem mais entende disso por essas bandas do Sul, a professora Rosângela Florczak.
Nós, que lidamos com os mais diferentes públicos, temos o dever de esclarecer aos gestores o quanto prevenir é melhor do que remediar. Um dos segredos, de acordo com a Rô, é antever o que pode acontecer. E deixar isto registrado para servir de referência na hora do aperto. Criar um comitê de crise, composto de pessoas estratégicas na organização, é outra saída obrigatória. Tem que ter gente pronta, não dá para ser pego de surpreso, porque o risco de "meter os pés pelas mãos" é alto.
E como a marca é o maior patrimônio de uma organização, não dá pra contar apenas com a sorte em uma situação de crise. As empresas que se preocupam com o seu futuro, com seus clientes e com a sua reputação, com certeza (eu espero) já estão atentas a necessidade de gerenciar isso. E aquelas que não tinham pensado nisso até agora, melhor não deixar para amanhã. Vá que?

Autor
Grazielle Corrêa de Araujo é formada em Jornalismo, pela Unisinos, e Pós-graduada em Marketing de Serviços, pela ESPM. Atualmente cursa MBA em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada. É a responsável pela Comunicação Social do IPERGS. Atuou ainda na comunicação da Martins + Andrade, Uffizi, CDL Porto Alegre, Centro, Palácio Piratini e Assembleia Legislativa. É apaixonada por escrever, acredita na comunicação integrada e estuda para se tornar ? também ? profissional em Planejamento. Tem o site www.graziaraujo.com.

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