Sobre horários e reuniões

Marcou às 10h? Chega 9h55, na dúvida. E não às 10h20, com uma desculpa. Sabe por quê? Porque quem espera, não tem paciência. Guardados …

Marcou às 10h? Chega 9h55, na dúvida. E não às 10h20, com uma desculpa. Sabe por quê? Porque quem espera, não tem paciência. Guardados casos excepcionais, hora marcada é um dever a ser cumprido. Um sinal de respeito, de consideração. Existem pessoas que trabalham com agenda e organizam seus horários conforme os combinados. Se um começa torto, todos os outros são penalizados. E não estou falando de consulta médica, é apenas sobre reuniões de trabalho mesmo.
Falando nisso, há tempos que muita gente preza por reuniões produtivas e objetivas. Eu, que amo conversar e falar de vários assuntos ao mesmo tempo, não aguento muito?quiçá quem é mais direto e reto do que eu. O tempo para fazer tanta coisa em 24 horas já está cada vez mais curto, não há porque perdermos ainda mais tempo em encontros pessoais que poderiam ser resolvidos numa conversa de whats, email ou telefone.
Não estamos falando de reuniões tipo brainstorm (que eu amo e acho que todo minuto é válido!). O papo é do dia a dia, do fazer acontecer, dos prazos apertados e dessa doideira toda que pode mudar a cada instante chamada comunicação. Sejamos todos mais conscientes, nos colocando no lugar de quem chegou no horário e teve a preocupação em cumprir os combinados. A relação flui, o humor se mantém e o profissionalismo segue sendo admirado.

Autor
Grazielle Corrêa de Araujo é formada em Jornalismo, pela Unisinos, e Pós-graduada em Marketing de Serviços, pela ESPM. Atualmente cursa MBA em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada. É a responsável pela Comunicação Social do IPERGS. Atuou ainda na comunicação da Martins + Andrade, Uffizi, CDL Porto Alegre, Centro, Palácio Piratini e Assembleia Legislativa. É apaixonada por escrever, acredita na comunicação integrada e estuda para se tornar ? também ? profissional em Planejamento. Tem o site www.graziaraujo.com.

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