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O legado de David Ogilvy, o preço de uma pessoa e a síndrome do 'eu assediado' na propaganda são os temas das colunas e artigo de hoje
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José Antônio Moraes fala na coluna de hoje sobre o legado de David Ogilvy, o maior ‘Ad Men’ na crônica da publicidade moderna. “Em 1948, David MacKenzie Ogilvy começa aquela que seria a icônica Ogilvy & Mather, a agência novaiorquina que assinou muitas das mais criativas e inovadoras campanhas que conhecemos. Mais tarde, em 1963, publica seu ‘Confissões de um Publicitário’, que se tornaria leitura essencial para pretendentes, iniciantes ou estagiários na carreira.”

Flávio Paiva fala sobre o preço de uma pessoa em sua coluna, usando como exemplo a transação milionária envolvendo o jogador brasileiro Neymar, do Barcelona (Espanha) para o Paris Saint-German (França). “Minha discussão vem da reflexão sobre a transação de Neymar, que foi de R$ 800 milhões, uma bela cifra. É isto o que ele vale? No mundo do futebol, sim. Não apenas por seu futebol, mas pela movimentação da indústria da propaganda e do marketing esportivo em geral que ele traz em torno dele.”

No artigo do sócio-diretor da Chiclete Art Sounds, Rafael Bacchi, uma abordagem sobre a síndrome do ‘eu assediado’ na propaganda, cujos sintomas são ego inflamado, sensação de importância extrema, surdez, cegueira, xiliquinhos, mimimis, entre muitos, mas muitos outros. “A tendência é que o quadro se agrave de acordo com a intensidade dos motivadores da Síndrome. Ou seja: quanto mais o sujeito é assediado, mais doente ele fica. Mas, calma, nem tudo está perdido. A ciência já sabe, por exemplo, que é perfeitamente possível que profissionais assediados evitem sofrer desta que, hoje, é considerada uma das síndromes mais traiçoeiras. Mas como?”