Compartilhe - também - boas experiências

Por Grazi Araujo

Não há como fugir da contratação de alguns serviços, como seguros e planos de saúde. É fato que quando temos, quase nem usamos. E quando não contratamos ou perdemos a renovação, nos damos conta do quanto somos dependentes do "e se..." quando algo se torna necessário.

O texto de hoje é para refletir sobre como fazemos as escolhas destes contratos. O mais barato ainda é caro, vai dizer? Mas sabemos que o preço é um dos primeiros fatores de escolha, mas não deveria. Não podemos exigir qualidade quando o balizador é o valor monetário. O barato sai caro, não é novidade para ninguém. Todos têm um exemplo de algo que optaram por preço mais baixo e que precisou ser revisado, recontratado ou que deu uma baita dor de cabeça. As marcas consagradas - normalmente as mais caras - que o digam. Tem vezes que é melhor pagar para não se incomodar.

No caso de um seguro, o que a gente mais busca? Ou deveria se preocupar? Com o ATENDIMENTO. Vamos precisar dele em algum momento delicado da vida, não tem situação diferente quando o serviço é esse. Estaremos, por óbvio, com os nervos à flor da pele. Agilidade, atenção, jogo de cintura, prazos, eficiência, compromisso. É tudo isso - e mais - que precisa ser entregue na hora H. Quantas histórias já escutamos de amigos que precisaram de tudo isso? E quantos ficaram satisfeitos?

É sobre esses aí que eu quero falar. Sobre a experiência positiva e a recomendação como forma de gratidão por receber o esperado. Quando simplesmente atende as necessidades expostas, as pessoas já compartilham, felizes da vida, porque até surpreende. Triste realidade de consumidores acostumados a receber menos do que esperam. Quando supera as expectativas então, dá vontade de botar num outdoor. Ô marketing boca a boca, seu lindo. O negativo é tão disseminado, tão exposto nas redes e nas conversas, fizemos questão de reclamar e "queimar o filme". A gente sabe o que não escolher também por isso. Quero fazer um apelo por boas indicações, de boas experiências, de boas notícias. Compartilhar o positivo também é um caminho. Credibilidade deveria ser a maior premissa na hora de qualquer escolha. 

Autor
Grazielle Corrêa de Araujo é formada em Jornalismo, pela Unisinos, pós-graduada em Marketing de Serviços, pela ESPM, e com MBA em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada, pela Cândido Mendes. Atualmente é chefe de Comunicação Social na Casa Civil do Rio Grande do Sul. Também responde pela Comunicação Social da Sociedade de Cardiologia do RS (Socergs) e da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV). Tem o site www.graziaraujo.com.

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