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Jornalistas discutem questões raciais e de gênero na mídia

Propostas são referentes ao tratamento dado pela imprensa a estes grupos

O Núcleo dos Jornalistas Afro-brasileiros do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul apresentou uma tese sobre o combate ao racismo nos meios de comunicação. A proposta apresentada e aprovada pelos delegados orienta os sindicatos a incluírem as questões raciais em suas pautas. A discussão integra a sessão plenária que acontece nesta tarde,19, durante o Congresso Nacional de Jornalistas.

A tese vem ao encontro da oficina de articulação realizada no início da tarde sobre ‘Gênero, Raça e Etnia’ que, com o apoio da ONU, propôs a realização de cursos destinados aos jornalistas de redações sobre como tratar as diferenças étnicas, de gênero e raça em suas matérias. Marjorie da Silva Moura, do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, aprovou a oficina e diz que vai estimular o estabelecimento de cursos sobre o tema em Salvador. “Aderi à proposta porque acho importante discutir o tratamento dado pela mídia às mulheres”, disse.

Outra proposta, do Núcleo de Mulheres Jornalistas pela igualdade de Gênero, também do Rio Grande do Sul, pede políticas e ações que coibam a violência contra a mulher e o estímulo à difusão de imagens femininas não discriminatórias e não estereotipadas na mídia. A tese foi aprovada por unanimidade, com aclamação da plateia.

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*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial

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