Rodrigo Ziebell foi reconduzido ao cargo de presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (Arfoc-RS), na última semana. Em votação unânime, foi reeleita a administração da instituição para o triênio 2023-2026. Na ocasião, também foram definidos os conselhos Deliberativo e Fiscal para o período.
Junto a Ziebell, fazem parte da gestão o vice-presidente Leônidas de Vargas Cardoso; o primeiro-secretário Jorge Luis Leão Machado; o segundo-secretário Luiz Carlos Marin Kozen; o primeiro-tesoureiro Marcos Júnior Marques Ozanan; e o segundo-tesoureiro Miguel Noronha Flores Júnior. “Seguimos juntos em prol da categoria, porque unidos conseguiremos melhorar e qualificar o trabalho dos nossos profissionais”, ressaltou o presidente da entidade no discurso de posse. À frente dos conselhos ficaram o primeiro-conselheiro José Itamar Rocha de Aguiar; o primeiro-suplente Mauro Adornes Schaefer; o segundo-conselheiro Milton Flávio Castro Cougo; o segundo-suplente Ênio Bianchetti; o terceiro-conselheiro Antônio Vilmar da Rosa; e o terceiro-suplente Porthus Afonso Xavier de Brito Júnior.
Análise
Ziebell ainda realizou um balanço do último triênio e afirmou que o foco da gestão foi na união de profissionais. “Nestes três anos, nós fortalecemos e trouxemos de volta a parceria com a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), com a Associação dos Cronistas Esportivos do Rio Grande do Sul (Aceg-RS) e com os sindicatos dos radialistas e dos jornalistas’’, destacou.
Além disso, a gestão trabalhou na representação dos repórteres fotográficos e cinematográficos junto a outros órgãos. “A Arfoc-RS voltou a julgar concursos fotográficos dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), do Governo do Estado, da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o que nos reaproximou destas entidades, colocando-nos em um novo cenário’’, afirmou. A Associação também passou a estar presente na atual gestão da ARI com a participação de Ziebell no Conselho Deliberativo da entidade.
Em relação à questão fiscal, o saldo deixado foi positivo. Rodrigo reforçou que o valor recebido em 2020 foi quase triplicado nos últimos três anos, apesar das dificuldades enfrentadas no período. “Assumimos a gestão em meio à pandemia e com um governo que agrediu bastante os jornalistas e, mesmo assim, conseguimos realizar diversas ações e melhorias, inclusive financeiras’’, pontuou.

