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DOMINGO A realização das Eleições 2016 para o cargo de prefeito e de vereador nos municípios brasileiros se aproxima (nesse domingo, 2 de outubro) …

DOMINGO

A realização das Eleições 2016 para o cargo de prefeito e de vereador nos municípios brasileiros se aproxima (nesse domingo, 2 de outubro) e, com ela, aumenta a expectativa de mudanças no cenário político do Brasil.

Pela primeira vez (depois da constituição de 1988), estamos vivenciando uma campanha política de 45 dias, pobre em todos os sentidos, pois a grana não veio das empresas, e sim, de pessoas físicas e dos fundos partidários. Os vereadores tiveram declarações auferidas de renda, livro caixa diário e uma fiscalização se não perfeita, muito parecida com isso. Claro que falcatruas e caixas dois existiram, mas muito menos do que era esperado.

Muitos eleitores, entretanto, não acreditam ser possível mudar a história do País e insistem na ideia de que a corrupção é inerente à política brasileira.

Todavia, as eleições municipais deste ano determinarão o futuro de cada cidade para os próximos quatro anos, motivo pelo qual é fundamental que cada eleitor faça a sua opção de modo consciente e com seriedade.

Nesse contexto, é necessário entender que a República Federativa do Brasil se constitui em estado democrático de direito no qual “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” (art. 1º, parágrafo único, da Constituição Federal de 1988).

Assim, o sentido da democracia está na possibilidade de o cidadão exercer a soberania popular, que se concretiza pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto na escolha dos governantes. Daí o eleitor tem em suas mãos um importante instrumento de mudança política e social: o voto.

O Brasil é um país reconhecido pela sua ampla representatividade democrática. No entanto, nem sempre foi assim. Houve momentos em nossa história de grandes restrições ao direito de participação popular no processo de escolha dos governantes: as mulheres não tinham direito de votar, o voto era definido pela renda (voto censitário – direito apenas dos ricos) e, ainda, controlado por coronéis (voto de cabresto).

Desse modo, no atual contexto político e social do Brasil, o domingo destinado à realização das eleições representa um dos raros momentos em que todos se igualam, pois não há diferença de raça, sexo, condição financeira, classe ou grupo social, já que existe igualdade de valor no voto dado por cada cidadão.

Diante da liberdade e da igualdade no exercício da soberania popular, é fundamental que o voto seja consciente, pois esse é um fator preponderante para que se alcance um resultado satisfatório no pleito. Lembre-se, ele dura quatro anos.

Mas como alcançar essa consciência?

Conhecer o funcionamento do processo eleitoral brasileiro, entender o sistema por meio do qual os candidatos são eleitos, perceber o que é legítimo e aquilo que ofende a moralidade da disputa eleitoral contribui para a conscientização do eleitor na escolha de seus representantes.

É importante que o eleitor procure se informar a respeito das ideias do partido político ao qual o seu candidato está filiado, pois a ideologia partidária – ou seja, os propósitos daquela legenda – está ligada ao que o candidato escolhido realizará se for eleito.

O eleitor deve estar atento à atuação de cada candidato. Aqueles que possam tentar comprar votos ou oferecer alguma vantagem em troca de apoio político certamente continuarão a promover a corrupção se forem eleitos. Aí reside a grande diferença, todos têm que estar atentos aos corruptos, que praticam as velhas práticas.

Precisamos entender, contudo, que nem todo político é igual ou corrupto. Existem candidatos interessados em promover uma mudança social e política, por isso devemos buscar conhecer as propostas do candidato e do seu partido, assim como o seu passado. Aposto que você não estudou esse requisito essencial.

De outra parte, considerando que, nas eleições municipais deste domingo, haverá disputa para os cargos de prefeito e de vereador, é importante – para o aperfeiçoamento da conscientização cívica – distinguir os sistemas por meio dos quais serão eleitos os candidatos.

No Brasil, as eleições se realizam por meio de dois sistemas, a saber: o sistema majoritário, aplicado aos cargos do Poder Executivo (presidente, governador e prefeito) e ao cargo de senador; e o sistema proporcional, adotado para os cargos do Poder Legislativo (deputado federal, deputado estadual, deputado distrital e vereador), exceto para senador.

O sistema majoritário consiste em declarar eleito o candidato que tenha recebido a maioria dos votos válidos. Essa maioria pode ser absoluta, quando se elege – no primeiro turno para o cargo do Poder Executivo – o candidato que tenha alcançado o mínimo de 50% dos votos válidos mais um voto; ou pode ser simples, hipótese em que se elege o candidato para os cargos de presidente, governador e prefeito que, no segundo turno, tenha puramente obtido mais votos que o segundo colocado.

Já no sistema proporcional, são computados os votos não apenas do candidato, mas também os do partido político ou da coligação. Isso porque, para se identificar o candidato eleito, observam-se as legendas que obtiveram o número necessário de votos e, posteriormente, os candidatos que alcançaram o maior número de votos dentro de cada partido vencedor. Desculpe ser didático nesse período, mas é bom relembrar.

Sendo assim, o cálculo do resultado final de uma eleição realizada pelo sistema proporcional é feito a partir das seguintes fórmulas, abaixo que você deve saber:

1º) define-se o quociente eleitoral (QE) pelo número de votos válidos (da eleição) divididos pelo número de cadeiras disputadas (QE = votos válidos / nº de cadeiras)4;

2º) a seguir, calcula-se o quociente partidário (QP) pela divisão dos votos válidos de cada partido político ou coligação pelo quociente eleitoral (QP = votos válidos da legenda ou da coligação / QE).

O resultado do quociente partidário corresponderá ao número de cadeiras a serem ocupadas pelo partido político ou pela coligação, ou seja, após o cálculo do QP serão definidos dentro do partido aqueles candidatos que terão sido eleitos dentre os que tiveram mais votos, sendo que a sobra de vagas será calculada pelo número de votos válidos do partido ou da coligação dividido pelo número de lugares obtidos mais um. A vaga será daquele que alcançar o maior resultado.

Nota-se, então, que votar no candidato significa votar no partido ou na coligação. Daí a importância de se observar e conhecer não apenas as propostas do candidato, mas também as dos partidos políticos e das coligações.

O eleitor deve, ainda, estar atento e se informar a respeito dos demais candidatos que concorrem pela legenda ou coligação formada pelo partido do candidato de sua preferência, tendo em vista que sua opção contribuirá para a eleição daqueles.

Finalmente, não podemos deixar de ressaltar que, nestas eleições, foi aplicada a Lei da Ficha Limpa, que, criada a partir da iniciativa popular, representa uma das maiores conquistas no combate à corrupção, haja vista que suas disposições impedem que os maus políticos sejam eleitos. Por incrível que pareça a todos, está funcionando.

Espera-se que esse marco histórico na democracia brasileira motive o eleitor a votar de maneira consciente e interessada, depositando a sua confiança em candidatos dignos e honestos, pois sua escolha refletirá no futuro da sua cidade. Esses, eu diria, são requisitos básicos, obrigação.

Diante das considerações apresentadas, conclui-se que o cidadão, no pleno exercício da democracia, tem um forte papel no destino do seu país, cujo instrumento é o voto consciente. Logo, o eleitor que exercer o seu direito ao voto – a partir de uma decisão madura, refletida e consciente – contribuirá para impedir a eleição de maus políticos e possibilitará o alcance de uma maior legitimidade no processo eleitoral.

Nesse domingo, faça valer seus direitos e vote com consciência, para que tenhamos uma Porto Alegre e os outros municípios do Brasil, com melhor administração, gestão e que os eleitos façam e satisfaçam nossos desejos.

NOVA MODA

Os profissionais de Marketing do mercado, não sabemos se seguindo orientação ou por vontade própria, não estão atendendo mais o mercado que quer levar propostas ou discutir projetos com os anunciantes, pois segundo alguns que falamos, estão cansados de dizer não e ao mesmo tempo de não arriscar, preferindo soluções caseiras, ou enxugar custos, ou detectar sozinhos e aplicar aquilo que cabe no seu dinheiro. Quando todos deveriam se unir e buscar soluções, esse comportamento é estranho e preocupante.

MOBILIÁRIO URBANO.

Por incrível que pareça, nas “trocentas” oportunidades que tiveram, nenhum dos candidatos falou ou discursou sobre o mobiliário urbano de Porto Alegre, principalmente sobre placas de esquina (ausência total), sinalizando as ruas, dos abrigos de ônibus, em deterioração total, dos relógios que indicam hora e temperatura, em fim, de todo o conjunto de necessidades e de mídia exterior da cidade. Será que todos esperavam que o atual governo municipal daria uma solução para esse imbróglio que dura mais de dois anos? Com licitações malconduzidas e sem a participação da sociedade?

TRAPALHÕES

A licitação do Mobiliário Urbano, proposta pela atual Prefeitura deu deserta, ou seja, ninguém foi, nenhuma empresa se apresentou.

As trapalhadas dessa Prefeitura em querer fazer algo sem ouvir, sem falar, sem discutir com o mercado de propaganda, urbanismo e ambientalistas é uma das causas dessa licitação, que já foi e voltou várias vezes e continua indefinida e sem solução para a cidade e para quem nela vive.

Acho que agora chega! Deixem para o próximo governante que vai, tenho certeza, fazer melhor. Sem raiva, sem ódio e com respeito a todos.

CENÁRIO

Nesse cenário conturbado e com muitas incertezas, a maioria dos empresários e profissionais de Marketing colocam que micro regionalização é o mais importante nos dias de hoje para que as vendas e a conquista de clientes, e também a retenção dos mesmos seja a meta principal. Na indústria, força-se a saída de produtos mais procurados, diminuindo o mix, no comercio, valem-se das oportunidades praça a praça, valendo-se dos interesses dos consumidores.

Por incrível que pareça, todos estão fazendo o tema de casa, acomodando as melancias e alguns se beneficiando até da crise com muita propriedade. O segmento de Comunicação continua com suas estratégias e gestões apostando ainda em práticas que estão superadas e que por mais que saibam, continuam fazendo para cumprir, como dizem as ordens e satisfazer os chamados donos.

O cliente anunciante quer resultados, quer vendas, quer crescer. Busca oportunidades em todas as plataformas que venham a dar retorno imediato. Por isso cada vez mais o dito tripé está se desfazendo, o que paga a conta, a agência e o veiculo, cada vez mais ele está virando duplo, e em alguns casos UM.

ARMAZÉM DE MÍDIA

A Rádio Fanática FM 104,5 Rio de janeiro, passa a integrar o portfólio da Armazém de Mídia, que já possui as representações das Rádios: FM Maringá, CBN Maringá, Banda B, Curitiba, Nova Brasil, SP, Salvador, Brasília, Campinas, Recife e Central AM de Campinas; dos jornais: DCI SP, Notícia do Dia Floripa, Notícias do Dia Joinville e Folha de Londrina; das Revistas: L”Oficiell, Carta Capital, Isto é, Isto é dinheiro, Isto é Rural, Menu, Planeta e Editora Ediouro; Digital: Aeroportos do Brasil e Midia Response; Midia off Home: Trensurb, Aeroporto Salgado Filho, Painéis de Estrada e Empenas; Produção: lonas e adesivos.

CAMPANHA

A nova campanha da Assembleia Gaúcha partiu do pressuposto do momento político do País, uma política extremamente polarizada, com quase nenhum racional, apenas emocional. A mensagem é totalmente racional, direta e totalmente verdadeira, baseada em uma frase do filósofo grego Platão, transformada a mensagem para linguagem moderna de comunicação. As imagens são fortes e vão direto ao ponto da questão política, são incontestáveis e, sob qualquer ponto de vista, uma reflexão importante, assim como o “chamado” que o texto faz. A criação é de Alexandre Assumpção, Marcelo Billes e Edson Pacheco.

PLIN

Com a cobertura em tempo real da Plin Digital você pode fazer com que seus clientes acompanhem as novidades da sua empresa de qualquer parte do mundo e a qualquer momento. Informações: WhatsApp: 51 9455 9255

ABA MÍDIA

Profissionais de agências, anunciantes e mídia de Porto Alegre e região poderão participar do ABA Mídia, no dia 4 de outubro, no Auditório da ARP, na capital do Rio Grande do Sul. A Associação Brasileira dos Anunciantes reuniu palestrantes dos mais importantes players do mercado para um debate sobre distribuição de verbas de mídia no mercado gaúcho e customização regional. Serão apresentados cases de marcas nacionais que fazem da estratégia regional uma tática desenvolvida especial para as necessidades locais e também de empresas nascidas no Sul e que se tornaram nacionais.

Eduardo Sirotsky Melzer, presidente do Grupo RBS, abre o evento ao lado de Sandra Martinelli, presidente-executiva da ABA. No palco do evento, André Svartman, diretor Geral de Marketing da Walmart, e Adriana Girão, gerente de Planejamento de Comunicação da Fiat, contarão sobre a estratégia das marcas para o mercado local. Luciane Franciscone, diretora Geral de Marketing Corporativo da Renner, e Rosane Fantinelli, gerente de Marketing Corporativo da Tramontina, compartilham a experiência de marcas nascidas no Sul, suas estratégias e aprendizados ao se tornarem nacionais. Informações www.aba.com.br.

CDN SUL

Em apoio ao mês da doação de órgãos, denominado “Setembro Verde”, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre lançou a campanha de doação de órgãos de 2016, planejada pela CDN Sul e parceiros. Com uma estratégia voltada para as redes sociais, desenvolvida pela Babushka Digital, e o resgate da #1salva8, foram produzidos pela designer Simone Guerreiro emojis estilizados de órgãos que serão personagens da campanha e compartilhados por todos aqueles que se engajarem. Será uma analogia digital para refletir a importância de ser doador na vida real. A animação dos emojis foi realizada pelo estúdio Dr. Smith e os spots de rádio pela Loop Reclame.

CONTEXTO

No atual contexto das eleições municipais, momento em que candidatos a prefeito de todo o País estão debatendo propostas para as cidades e sua gestão, o INCT Observatório das Metrópoles promove o lançamento do Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros (Ibeu-Municipal), com o propósito de oferecer mais um instrumento para avaliação e formulação de políticas públicas. O índice apresenta um levantamento inédito sobre as condições urbanas dos 5.565 municípios brasileiros, a partir da análise de dimensões como mobilidade, condições ambientais urbanas, condições habitacionais, atendimentos de serviços coletivos e infraestrutura. O Ibeu-Municipal mostra que entre os maiores desafios do Brasil estão a infraestrutura e os serviços coletivos. Ao avaliar o atendimento adequado de água e esgoto, coleta de lixo e atendimento de energia, mais de 50% dos municípios estão em condições ruins nesses serviços.

As capitais brasileiras também apresentam diversidade referente às condições de bem-estar urbano. Do total de 27 capitais, incluindo Brasília, 12 delas apresentam condições boas de bem-estar urbano, que são na ordem: Vitória (1ª), Goiânia (2ª), Curitiba (3ª), Belo Horizonte (4ª), Porto Alegre (5ª), Campo Grande (6ª), Aracaju (7ª), Rio de Janeiro (8ª), Florianópolis (9ª), Brasília (10ª), Palmas (11ª) e São Paulo (12ª).

SUPER BOCK

Todo mundo sabe: amigo de verdade não se sente uma visita em nossa casa. O “brother” entra sem bater e, claro, abre a geladeira sem pedir. E é esse tipo de intimidade que a cerveja Super Bock quis destacar em uma ação out of home feita em Portugal.

Criada pela agência Nylon, a campanha transformou uma geladeira em billboard, instalada em uma praia de Algarve. O eletrodoméstico estava trancado, e o conteúdo interno só poderia ser revelado se a pessoa identificasse um amigo no Facebook.

Dessa forma, a geladeira abria e liberava seu conteúdo, (muitas garrafas de cerveja da marca) para o visitante. Uma analogia as cervejinhas que “roubamos” das geladeiras dos amigos.

CIO – NOVO PAPEL

O cargo de CIO (sigla em inglês para Chief Information Officer) surgiu inicialmente como uma evolução do cargo de diretor de TI das organizações. Originalmente, esta mudança de nomenclatura visava traduzir o aumento da importância de uma posição que antes focava apenas no planejamento da área de TI das empresas. Tal readequação foi necessária na medida em que as tecnologias evoluíram e acabaram permeando, de maneira contundente, todas as áreas de negócio de uma organização ao ponto de muitas vezes ser impossível dissociar os processos críticos de uma companhia das ferramentas que os instrumentalizam. Um exemplo disso são as instituições financeiras. Alguém consegue imaginar algum banco sendo competitivo sem internet banking? E neste ciclo de mudanças, o perfil do executivo na posição de CIO precisa evoluir – ou já o deveria ter feito.

E o presente está muito distante disso quando vemos que ainda permanece como padrão na maioria das grandes empresas brasileiras ter o CIO respondendo para o CFO (Chief Financial Officer) e não para o CEO (Chief Executive Officer). Isso acontece porque, culturalmente, a função de TI ainda é vista no Brasil como uma geradora de despesas e não como uma viabilizadora de estratégias de negócios, como acontece nos Estados Unidos e nos países europeus com maiores índices de competitividade.

Esta característica fica ainda mais evidente na edição mais recente da pesquisa anual realizada pelo Gartner com os CIOs latino-americanos, que mostrou que a otimização de custos está entre as principais preocupações dos executivos da região. O estudo mostra que a atuação desses profissionais ainda está focada na busca por melhorias da eficiência operacional e diminuição dos gastos. Questões importantes, mas que não são, em sua essência, estratégias de crescimento de uma empresa.

Para vencer essa resistência não basta achar que o problema está apenas na cultura ou em um possível engessamento imposto por outros stakeholders, como o CEO, CFO ou acionistas. As verdadeiras barreiras são justamente as características que fizeram o sucesso dos executivos de TI no passado, como o alto nível de especialização técnica e foco na gestão de orçamento. O novo CIO precisa ser mais generalista, entender dos principais direcionadores de cada área de negócio para poder apoiar os seus pares nos seus desafios corporativos. Ele necessita também conhecer profundamente o segmento de mercado que a sua empresa está inserida para ser capaz de usar as novas tecnologias naquilo que gerará o maior valor para seus clientes, funcionários e comunidade.

Veja o exemplo de um funcionário de uma grande construtora, ele recebeu uma proposta para atuar em um segmento totalmente diferente, o de alimentos. Recentemente, ele comentou que está tendo que reaprender quase tudo em relação a função de CIO, apesar dos muitos anos de experiência na função, pois as necessidades de seu novo mercado alvo exigem outras habilidades e impõem desafios diferentes. Como sua formação e atuação profissional nunca estiveram restritas às questões técnicas, mas sim complementadas por capacitações em negócios e em finanças, e porque ele enxergou desde o começo que seu desempenho dependia fundamentalmente da sua rápida capacidade de aprendizado e readequação, em pouco tempo de transição, ele conquistou a confiança do presidente e do C-level da companhia. E é exatamente isso que as grandes empresas querem: o vice-presidente estratégico e não apenas o “cara de TI”. Segundo Alexandre Azevedo da Empresa TOVS.

O mercado está cada vez mais competitivo e os executivos com uma experiência mais abrangente, sem deixar para trás o DNA tecnológico, saem na frente. A adaptação para este perfil é o ponto crucial nesta mudança de paradigma e a oportunidade de se tornar fundamental na empresa. Desta forma, os CIOs poderão fazer com que a área de TI deixe de ser apenas um departamento de suporte ao dia a dia da operação e passe a ser uma área essencial aos objetivos do negócio, ajudando as companhias a atingirem suas metas.

Em um mundo em que tendências como a transformação digital já estão modificando as relações profissionais e a dinâmica dos resultados de uma companhia, o CIO que compreender mais rapidamente o seu papel estratégico será o executivo que conquistará um lugar cativo ao lado do CEO.

PROPEG

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, de Brasília, decidiu que a Propeg deve ser incluída no grupo das agências que fazem o atendimento publicitário da Caixa Econômica Federal. Em junho deste ano, a Propeg havia entrado na Justiça para pleitear seu ingresso no atendimento da instituição financeira.

Em 2013, a Propeg foi uma das participantes da licitação para o atendimento publicitário da Caixa. Naquele ano, o edital indicava que a instituição escolheria quatro agências para fazer seus trabalhos de publicidade e as vencedoras foram: Borghi/Lowe, Artplan, Heads e Nova S/B. A Propeg ficou em quinto lugar na concorrência, ficando de fora do atendimento.

Acontece que, em abril deste ano, a Caixa não renovou seu contrato com a Borghi/Lowe (atual Mullen Lowe Brasil) após as denúncias que atrelavam o ex-funcionário da agência, Ricardo Hoffmann, à operação Lava Jato. A partir daí o banco renovou seu acordo e permaneceu apenas com as outras três agências de publicidade: Artplan, Heads e Nova S/B. Como no edital de 2013 constava que o atendimento seria realizado por quatro agências, a Propeg passou, desde então, a reivindicar o direito de assumir a quarta vaga e também ficar com a verba de atendimento, por ter sido a quinta colocada na licitação.

Ao entrar com recurso administrativo junto à área jurídica da própria Caixa, a Propeg teve seu pedido indeferido, sob a alegação de que não há nenhuma clásula administrativa que determine que o banco tenha que, obrigatoriamente, contar com quatro agências em seu atendimento publicitário. Após isso, a Propeg foi à Justiça.

No último dia 1º de outubro, o desembargador Néviton Guedes deu, em segunda instância, parecer favorável à Propeg na liminar, determinando que a Caixa inclua a agência em seu grupo de atendimento publicitário. De acordo com o relato do desembargador, “quando a Administração resolveu, por expressa disposição do edital, selecionar 4 (quatro) empresas, certificou-se também para o futuro que esse era o número que considerado adequado no regime de contratação submetido à disputa”.

PROGRAMÁTICA

A tecnologia programática já dominou o mercado publicitário. A expectativa é que em 2016 ela seja responsável por mais de metade das despesas com publicidade digital em todo o mundo – 53%, mais especificamente, segundo a pesquisa Programmatic Marketing Forecasts, publicada pela ZenithOptimedia. Mas você sabe como ela está afetando, na prática, as estratégias dos anunciantes?

Embora os mercados ao redor do mundo sejam diferentes em termos de maturidade, uma coisa é absolutamente clara em todos eles, inclusive no Brasil: a programática vai continuar com um crescimento significativo e acelerado, e cada vez mais os anúncios serão comprados e vendidos por meio de canais automatizados. É uma questão de competitividade e, em alguns casos, sobrevivência.

Autor

Nene Zimmermann

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