Se eu tivesse alguma preocupação quanto ao índice de meu QI ser muito baixo, os governos do PT asseguraram que não sou imbecil, pois desde a primeira posse do Lula percebi que havia algo de errado quando o então presidente afirmou que sua mãe nascera analfabeta. As barbaridades desse ex-presidente renderam um livro que não li, pois já havia lido tudo pelos jornais.
Já a Dilma inaugurou seu mandato praticando um estupro em cima de nosso idioma, a última flor do Lácio, inculta e bela. Ela não se diz presidente – na sua arrogância (marco de seu caráter) proclamou-se presidenta, confessando-se ignorante de que substantivo terminado em ente não muda de gênero.
Os números de seu primeiro mandato, sem justificativas de agravos da economia internacional, são um atestado total da incompetência do Planalto. Eu e uma quantidade gigantesca de cidadãos já se cansaram dela logo no início de seu segundo mandato e condenaram-na a uma baixa estima que só não é maior pois o PT está grudado na luta pelo poder eterno.
Não sou bobo, insisto, e essa tentativa da presidente dizer que a omissão do governo do ex-presidente Fernando Henrique quanto a uma maracutaia na Petrobras (que, de fato foram organizadas como quadrilha a partir de 2003) é que deu continuidade ao petrolão, exige uma análise de grupo: Dilma e um grupo de psicanalistas e psiquiatras.
Provando que nunca passou por perto de Oxford ou Cambridge, a mal educada não recebeu para o ritual das credenciais o embaixador Toto Riyanto, da Indonésia, que já estava no Palácio do Planalto, convocado pelo nosso Ministro das Relações Exteriores. Antes disso, Israel já havia achincalhado nosso país, acusando-o de “anão diplomático”. As nossas tradições tão bem plantadas por Rio Branco fizeram a vaca tossir e nenhum xarope bovino ameniza o mal, mas sobrou pasto para quem precisa.
Reli o que escrevi até agora e como não estou bobo percebi logo que estou de mau humor , o que não me é normal.
Tentando descobrir o motivo dessa anomalia, lembrei-me que aqui mesmo, em coletiva, escrevi que por uma questão de nível, não escreveria mais sobre política, coisa que cumpri até no meu último livro, Almanaque do Camaleão.
Hoje, muito ferido diariamente na minha cidadania, resolvi que tenho também o direito de fazer minhas merdas e dando uma de erudito, vou terminar este texto usando um oximoro: este país está uma bela merda.
Inté.
Em tempo: não sou filiado a nenhum partido e nem estou engajado em alguma causa nacional.

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