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A Náusea

                                                …

                                                    Senhor Deus dos desgraçados!

                                                    Dizei-me vós, Senhor Deus,

                                                    Se é mentira… se é verdade

                                                    Tanto horror perante os céus?!

                                                                                   Castro Alves

Recebi via e-mail um artigo do Arnaldo Jabor, devidamente censurado (sic) que expõe o Brasil como ele se encontra, ou seja, uma chaga só.

Eu ia, mais uma vez, escrever sobre gestão, ou melhor, sobre falta de gestão, quando me dei conta que todo ato crítico traz, no seu interior, um ato de esperança. Hoje, minha esperança não vai um milímetro além dos afetos familiares e das amizades. Sou um cidadão castrado pela realidade. Estou um brasileiro oco. Nada a reclamar. Tenho a noção exata de que o Brasil, finalmente, cumpre o seu destino.

Inté.

Vitrine (Comentários sobre a coluna anterior)

Viva Mario! Simplesmente estes gastos refletem uma pessoa que está se despedindo. Já que está no fim, vamos gastar, gastar, gastar. Tudo isto misturado com a realidade de que o país é rico. Rico e ótimo pagador de juros. É só ver (e somar) os lucros dos bancos nacionais e internacionais. Pena que a imprensa só divulgue estas mixarias do cotidiano individual da presidente deslumbrada. Deslumbradérrima!!! Abração e parabéns, Léo Christiano, Rio.

Caro Mario, vou encaminhar-lhe diretamente meus comentários, pois não pretendo cadastrar-me outra vez.

Na sua coluna “A DESLUMBRADA” você menciona a do José Casado, na qual, descrevendo a suíte Presidencial do Hotel Ritz de Lisboa, diz que está mobiliada com a “coleção Espírito Santo”. Isto me faz recordar que em uma das muitas viagens do Lula acompanhado da Segunda Dama Dona Rose Noronha, algo de misterioso se passou com a bagagem da Comitiva, no desembarque em Lisboa. Foi noticiado que estava sendo portado um malote secreto – mala diplomática – que se destinava ao Banco Espírito Santo. Parece-me que esta história (ou estória?) não foi mais mencionada em jornais e nem – suponho – investigada pelo Ministério Público. Ao que consta havia muito dinheiro no malote, conforme declarado na época. E então, o que fazer? São os seus protagonistas INTOCÁVEIS? Luiz Carlos Giotto Pannunzio, São Paulo.

Autor

Mario de Almeida

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