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Leitores, obrigado

Uma das grandes vantagens dos veículos digitais é a facilidade de comunicação do leitor com o veículo. Através de Coletiva.net fui “descoberto” por amizades …

Hoje, a coluna é dos leitores, pois, como disse meu amigo Pellegrino, cachorro é um bicho que mexe com os sentimentos da gente.

Como minha crônica era sobre a Pretinha, cadela que iluminou parte da minha vida, choveram e-mails que hoje ocupam o meu espaço.

Logo ao pé da coluna, veio de Santa Catarina: Mestre Mário. Que crônica tocante, sensível. Uma belíssima homenagem póstuma à Pretinha. Ela deve estar balançando a cauda em algum lugar para onde iremos todos. Os animais, assim como as crianças, têm uma inocência e autenticidade que sempre nos cativa. Grande abraço! Carlos Eduardo Cunha, Santo Amaro da Imperatriz, SC

E-mails:

Tio querido, até hoje sinto saudades de Pretinha. Adorava passear com ela. Ela entendia e conversava com a gente mesmo. Esse texto me deixou um sorriso de orelha a orelha ao lembrar dela. Beijos do seu sobrinho que te ama! Ulrich Aguiar, Fortaleza

Mário, queridíssimo irmão, assim como não conseguimos explicar “o precioso faro da Pretinha”, busco agora o porquê de, há poucos dias, o Nosso Ulrich me falou algo sobre a Nossa Pretinha. Quando, por alguns dias, ficávamos em sua casa para cuidar da saúde do Ulrich, antes e após o diagnóstico de Fibrose Cística, identificado pela Dra. Aparecida Paiva, a relação da Pretinha e Ulrich era assim mesmo: especialíssima. Esta lembrança dos passeios pelo Condomínio, Mário, Ulrich e Pretinha, está bem viva em mim, em nós. Vivemos o luto na morte da Pretinha bem doído. De verdade, a Pretinha está bem viva em nossa lembrança, em nosso “coração”. Muito bom ler sobre as lembranças da Nossa Pretinha. Lucia Aguiar, Fortaleza

Olha o Habeas, que joia (sobre uma petição jurídica em versos). Tua Pretinha também é joia. Tenho boas lembranças dela, por tabela. Bj. Vera Verissimo, Porto Alegre.    

Prezado Mário, alguns comentários sobre o envolvimento nosso com animais, só são entendidos verdadeiramente quando temos a experiência de tê-los. Normalmente se torna intensa, guardando uma afinidade de gente. O meu já com seus 17 anos, em seu derradeiro suplício, não enxerga, não ouve, manca ao andar, o seu cheiro já se tornou desagradável, mas ainda consegue externar ternura quando percebe alguém próximo, abanando o rabinho. Muitas outras coisas poderiam falar sobre a sua relação ao longo dos anos com a família, mas agora já estou preparando-me para perdê-lo definitivamente e já sinto saudades. Abraços. Aderbal Vieira de Moura, Rio

Bela passagem, Mario. Entre e com os animais, às vezes, passamos nossos bons e até os melhores momentos que se encravam em nossa memória. Foi bom teres dividido conosco essa lembrança. Abração. Eloí Flôres da Silva, Porto Alegre

Grato, Mario.

Conversa de cachorro sempre toca a nossa sensibilidade. Abs, José Carlos Pellegrino, São Paulo

Ai Mario, espero que ela não tenha sofrido. Nenhum companheiro como a sua Pretinha merece isso. Devia ser proibido que os seres bons sofressem. Circe Aguiar, Rio

Que linda relação de amor entre você e sua Pretinha! Dizem que é o cachorro quem escolhe o dono, e não o contrário. Ela escolheu você. Um beijo, Monica Magaldi Suguihura, Bebedouro, São Paulo

Que texto lindo, Beijos, Claudia Almeida, Rio

A Pretinha e o Flush (Virginia Woolf),  que grandes … Moisés Andrade, Olinda/Recife

Para que a coluna não termine com um ponto de interrogação, convém iluminar a figura do cão Flush. Peguei um trecho da apresentação do livro Flush editado na coleção de bolso da gaúcha L&PM para esclarecer quem é esse tal de Flush (M.A):

“Virginia Woolf era uma escritora consagrada quando concebeu Flush, em 1931: já tinha publicado o livro de ensaios A Room of One’s One (1928), assim como os romances A viagem (1915), Noite e dia (1919), O quarto de Jacob (1922), Mrs. Dalloway (1925), Passeio ao farol (1927) e Orlando (1928). Mas em 1931, em pleno verão inglês, deparou-se com a figura de um cão inusitadamente vivo e esperto que brotava da correspondência entre os célebres poetas vitorianos Elizabeth Barrett e Robert Browning. ‘A imagem do cachorro deles me fez rir tanto que não pude deixar de dar-lhe vida’, confessou ela a uma amiga para explicar a gênese do seu mais bem-humorado livro.”

Inté.

Autor

Mario de Almeida

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