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Um brinde

Quando escrevi para a Confederação Nacional do Comércio, em 1995, o livro de luxo comemorativo dos primeiros 50 anos da entidade – O Comércio …

Quando escrevi para a Confederação Nacional do Comércio, em 1995, o livro de luxo comemorativo dos primeiros 50 anos da entidade – O Comércio no Brasil Iluminando a Memória – dediquei um capítulo às datas que fazem o comércio faturar além do trivial simples, como Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia da Criança, Dia dos Namorados e Páscoa.

Eis o texto:

“Se alguém achar que o Dia dos Pais é uma resposta machista ao Dia das Mães, equivoca-se.

Apesar da pálida existência nos Estados Unidos e Alemanha, o Dia do Papai foi uma iniciativa de O Globo e Rádio Globo, no Rio. Foram esses veículos de comunicação que, em face de o Dia das Mães ser no segundo domingo de maio, escolheram o segundo domingo de agosto para o Dia do Papai – sempre próximo de 16 de agosto, Dia de São Joaquim, pai de Maria.

Lançado com sucesso no então Distrito Federal, em 1953, somente anos depois, no entanto, ele assumiria o status de comemoração nacional. A Folha de São Paulo, em 1964, resolveu entrar na promoção e a data foi crescendo de importância sendo, hoje, mais conhecida como o Dia dos Pais.

Ainda que o papai já ocupe um espaço bastante grande no calendário promocional do varejo e signifique um grande impulso de vendas, qualquer comparação com o Dia das Mães confirma que, ainda, mãe é sempre mãe”.

Quando do lançamento do livro eu já era pai biológico (com idade de avô) de duas jovens e, antes delas nascerem, pai por adoção do hoje engenheiro agrícola e diretor do Campus Ulbra Guaíba, no Rio Grande do Sul, Eloí Flôres.   

Ontem, Dia dos Pais, além da memória do meu, comemorei a data como se fosse – e é – Dia dos Filhos, alegria maior de um casal.

Para os pais, avós, netos e filhos leitores desta coluna, vai hoje um brinde poético no traço sempre saudoso do Borjalo.

Inté.

 

Vitrine (Comentários sobre coluna anterior)

Ao pé da coluna: De novo? – “É isso aí, Mario. Mais uma vez mostrando sua percepção realista e muito oportuna do circo que nos envolve, de forma cada vez mais irresponsável. Na atualidade, parece que os jornalistas agem como os usuários de computador. Eles não mais publicam nada, eles enviam “correntes” de informação. Só falta repassarem urgente para a maior quantidade de leitores que puderem. Parabéns mais uma vez. Eduardo Almeida, empresário imobiliário, São Paulo.

Que beleza de artigo,Mario!Faço coro com o Edu… forte abraço, Luiz Orchestra, músico, São Paulo.

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Autor

Mario de Almeida

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