Notícia divulgada há alguns dias mostra a evolução das receitas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Como é de conhecimento geral, há um crescimento tanto nas receitas da entidade quanto nos valores praticados no marketing esportivo nacional e mundial. De 2003 a 2010, as receitas cresceram de R$ 110 milhões para R$ 271,2 milhões. Um crescimento expressivo, mas precisa ser olhado com maior atenção.
Isto porque – conforme dados da própria entidade – os patrocínios representam 71% do valor obtido em receita. Mostra uma dependência bastante grande desta modalidade. Não há problema algum em um clube, atleta ou entidade ter bons patrocinadores, muito pelo contrário. O problema está em (como ensinavam nosso pais) colocar todas os ovos numa só cesta (no caso, patrocínios). O gráfico abaixo mostra a divisão da origem das receitas:

Veja o caro leitor ainda que a receita em função de partidas realizadas representa apenas 14% das receitas, apesar da quantidade muito grande de amistosos disputados.
Vamos observar ainda que os direitos de transmissão também não são parcela significativa da composição das receitas, respondendo por apenas 5% do arrecadado pela entidade.
O que não está claro na divulgação das informações é como é explorado o matchday, ou seja, o dia do jogo. Vários clubes europeus têm em torno de 30% de suas receitas oriundas da exploração dos dias de jogos.
Para que possamos ter alguns comparativos, vamos pegar um ranking de clubes (o Delloitte Football Money League 2010), com os faturamentos dos principais clubes de futebol:

Se foco é importante, em termos de negócio é necessário também estar atento à diversificação das fontes de receita, para que não sejamos surpreendidos por crises mundiais, mudanças de estratégias, surpresas tão comuns nos dias de hoje. Como sempre, é preciso não só crescer, mas evoluir.
Editora Fundamento
De tempos em tempos, estabeleço algumas parcerias para divulgar aos leitores da coluna: de cinema, literatura, dentre outros. Pois a mais nova parceria é com a editora Fundamento. Além de ter lançamentos em diversas áreas, há uma linha que é o foco da editora: o público jovem, seja ele infantil, infanto-juvenil e juvenil. Pois eu recebi o livro Aventuras na Escola – A Febre do Tesouro, de Andy Griffiths. O livro, destinado ao público infanto-juvenil, prende a atenção do início ao fim, pois fala de uma escola (Escola Noroeste Sudeste Central) que seria como outra qualquer, não fosse o fato de o diretor achar que é capitão de um navio. Pois é lá que estuda o nosso herói, Henry Mandaver, aluno da quinta série. Neste livro cheio de ação e aventura, o jovem leitor vai aprender a: fazer amizade com uma banana, voar e fazer História. Conforme o jovem Henry Mandaver descobre, há um tesouro enterrado na escola. Seu plano é desenterrá-lo e se tornar milionário. Mas em pouco tempo todos ficam sabendo e a normalidade da vida da escola vai para o espaço! É uma ótima dica de leitura para jovens de todas as idades, mas claro que em especial aqueles que estão no ensino fundamental. Vá lá e conheça este e outros inúmeros livros e lançamentos no site da editora, no www.editorafundamento.com.br . Também há livros do interesse dos pais: negócios, biografias, ficção, treinamento, educação e família. Acesse já!

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