A quarta edição da Feirinha do Livro da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) será totalmente on-line e terá como tema ‘Um presente chamado vida’. O evento, que acontece em 4 de dezembro, é voltado a estudantes e professores da rede básica de ensino dos municípios de Santa Vitória do Palmar, São Lourenço do Sul, Santo Antônio da Patrulha e Rio Grande e será transmitido pelo canal da Furg no Youtube.
Às 10h ocorrerá a live de abertura com a patrona Andriara Nunes Nunes e o lançamento do e-book ‘Professora Andriara em O gato preto’. Ela é pedagoga graduada pela Furg e leciona nas redes estadual e municipal do Rio Grande. Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e de projetos de extensão no Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic).
Na parte da tarde, haverá quatro contações de história em vídeo: às 14h, ‘O Pequeno Grande Príncipe’, com a Trupe de contadores de histórias Bugigang; às 15h, ‘Meu amiguinho’, com o ledor Pedro Alexis; e, às 15h15, ‘A esquisita aranha Rita’, com a ledora Janaína Lapuente, do Projeto de Extensão Histórias que navegam: agora é a vez das crianças, do Grupo de Estudos em Alfabetização e Letramento (Geali). ‘A gaivota diferente e o Petit do Palhaço’, com o Palhaço Bolaxa, será às 15h30.
O encerramento da programação será com a live ‘Vamos conversar sobre leitura e literatura em contextos escolares?’, com a participação dos docentes Rosane Cardoso, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), e Diógenes Buenos Aires de Carvalho, da Universidade Estadual do Piauí (UespI). A mediação da atividade, que acontecerá às 16h, será da professora Mairin Piva, da Furg.
Segundo Débora Amaral, que é diretora de Arte e Cultura (DAC) da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) da Furg, a Feirinha do Livro da Furg tem sua proposta aperfeiçoada e seu alcance aumentado a cada ano. A gestora acredita que o novo formato, virtual, facilita o acesso ao evento para o público dos bairros da cidade distantes da universidade e dos municípios onde a Furg tem campi. “Acho que a pandemia nos faz pensar nisso, a ausência da vida nos faz pensar na presença”, declara.


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