Por Emanuel Mattos A cobertura da imprensa a respeito do que o deputado federal Adão Pretto representou para as lutas sociais – em especial às do MST – e o relato do que ocorreu na cerimônia de despedida, está completa, graças principalmente ao Blog RS Urgente, do ótimo jornalista Marco Aurélio Weissheimer.
“A despedida de Adão Pretto” é o primeiro dos posts publicados a respeito. Seguem-se com João Pedro Stédile, que diz “Perdemos um grande lutador social”. E culmina com o texto em que lhe dá o real significado: “A simplicidade de um homem raro”
– A cerimônia de despedida de Adão Pretto mostrou o que ele foi
Como se observa, cada dia é mais necessária a integração entre os blogs que têm profissionais com a competência de Weisseihmer. Três matérias devem ser destacadas na cobertura de Zero Hora, no dia 7: Máquina do tempo”, que abre a coluna “Página 10″, dá destaque aos 30 anos de amizade que unia Lula e Pretto; e na editoria de Política com as fotos: “Em velório, Lula ouve cobranças”, e traz abaixo entrevista com o bispo Dom Tomás Balduino, de 86 anos, defensor histórico do Movimento Sem Terra, que diz: “O governo tem sido muito tímido”.
Já o correspondente em Brasília, Klécio Santos, que divide os bastidores com o Fábio Schaeffner, revela a razão da discrepância que há entre o MST e Lula: “O discurso do MST contra o governo não passa de um biombo, já que seus dirigentes são frequentadores assíduos do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A política é que não está
Também vieram prestar solidariedade à família de Adão Pretto, os ministros da Justiça, Tarso Genro; da Reforma Agrária, Guilherme Cassel; do Planejamento, Paulo Bernardo; das Cidades, Márcio Fortes; e das Relações Institucionais, José Múcio, da Pesca, Altemir Gregolin, além da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (na foto abaixo acena aos fotógrafos antes de retirar-se do cemitério).
Em seu blog, Manuela d”Ávila, presente a todos os atos de despedida, postou “O povo perdeu um parceiro, onde diz: “O povo brasileiro perdeu um grande lutador. Se foi o meu querido colega Adão Pretto. Homem simples, trabalhador rural, lutador. Nunca deixou de ser coerente. Nunca deixou de ser humilde, o mesmo colono sem-terra no MST e no Congresso Nacional. Fará falta o Adão”.


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