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Com produção de conteúdo técnico, novos projetos e clientes, e21 reforça seu posicionamento como agência de pensamento estratégico

De Luciano Vignoli, para Coletiva.net

Durante muito tempo, o mercado acostumou-se a enxergar as agências de publicidade como produtoras de campanhas. Criar anúncios, administrar mídias, desenvolver peças publicitárias e executar ações de marketing sempre fizeram parte desse papel.

Mas o ambiente de negócios mudou. E as empresas também.

Em 2026, a e21 deu um passo consistente na evolução de seu posicionamento, consolidando-se como uma agência que produz conhecimento antes de produzir comunicação.

Essa mudança não aconteceu nem por acaso, nem somente no discurso. Ao longo do ano, a agência publicou dezenas de artigos técnicos sobre branding, comportamento do consumidor, inteligência artificial, economia da atenção, construção de reputação e estratégia empresarial.

Vem mais por aí?

No segundo semestre, a agência se prepara para lançar talvez os 2 maiores projetos de construção de conteúdo de sua história:

O primeiro será uma série de artigos de pesquisa falando (e trazendo provocações estratégicas) sobre mudanças de comportamento de estratos da sociedade.

Outro, em formato EAD, oferecendo ao mercado uma visão abrangente de planejamento de comunicação com aplicação dinâmica via I.A.

Esses projetos futuros, mais do que comentar tendências, revelam a proposta da e21 qual seja a de interpretar transformações de mercado e oferecer aos clientes uma leitura capaz de gerar decisões mais inteligentes e profundas.

A premissa é simples: comunicação deixou de ser apenas execução (isso, ainda mais com a ajuda da I.A., qualquer um faz). Mas é, cada vez mais, uma disciplina estratégica de negócios.

Conteúdo aplicado na prática

Essa produção intelectual passou a integrar a própria metodologia de trabalho da agência. Cada projeto nasce de pesquisa, análise de contexto, entendimento profundo do mercado e definição clara de posicionamento antes da criação das campanhas.

Na prática, a e21 passa a atuar cada vez mais como uma consultoria estratégica que utiliza a comunicação como ferramenta para gerar crescimento.

Quando o pensamento estratégico transforma marcas

Essa visão ficou evidente em diversos projetos desenvolvidos ao longo de 2026, aqui listados entre outros, para exemplificar a atuação da agência.

No Instituto de Cardiologia, a agência participou de um importante movimento de reposicionamento institucional, revitalizando a marca de uma organização com atuação científica de nível internacional, acompanhando a inauguração de uma nova estrutura física e traduzindo esse momento em uma narrativa capaz de reforçar atributos como excelência médica, tradição, inovação e cuidado com as pessoas.

Na TMSA, o trabalho redefiniu a narrativa visual e conceitual da marca, fortalecendo sua reputação empresarial e ampliando sua conexão com clientes, parceiros e comunidades.

Na Satis, a estratégia concentrou-se na valorização da inovação, da ciência e da tecnologia como diferenciais competitivos, transformando características técnicas em argumentos capazes de gerar valor para seus diferentes públicos. Isso mostrou-se estratégico no momento de exploração plena do seu portfólio integrado na cultura da soja.

Na Karsten, a agência desenvolveu um projeto de pesquisa profunda, ajudando a empresa a entender novos segmentos de mercado.

Já na Consevitis-RS, a comunicação passou a exercer um papel de articulação institucional, fortalecendo o relacionamento entre toda a cadeia vitivinícola gaúcha e contribuindo para consolidar o posicionamento do vinho brasileiro por meio de uma comunicação estratégica, criativa, integrada e orientada para reputação.

“Fizemos, além desses, projetos bem estratégicos no lançamento de produtos para Vinícola Garibaldi e Gota Limpa. Um reposicionamento imagético para Buffon. Muita coisa boa para Superbac. Tem sido um ano intensamente desafiador.” – Comente Luciano Vignoli – Diretor-Presidente da e21.

Embora pertençam a segmentos completamente diferentes, esses projetos compartilham um mesmo princípio: a comunicação começa muito antes da campanha. Ela nasce do profundo entendimento do negócio, em rodadas constantes de aprofundamento, pesquisas e discussões.

O mercado respondeu

consolidação desse posicionamento também foi reconhecida pelo próprio mercado.

Ao longo de 2026, importantes organizações passaram a integrar a carteira de clientes da e21, reforçando a confiança em um modelo baseado em inteligência estratégica.

A Brandili, uma das maiores marcas brasileiras de moda infantil, escolheu a agência para contribuir na evolução de sua comunicação e no fortalecimento de sua marca.

“Ajudamos a construir, durante 19 anos, essa marca, para nós muito querida. Num momento de reposicionamento, estamos de volta. Como consultoria estratégica e agência, vamos retomar o seu caminho de valor.” – Afirma Luciano Vignoli, diretor-presidente da agência

A Rudder, referência nacional em sistemas de segurança patrimonial e integrante do Grupo GPS, iniciou uma parceria voltada ao desenvolvimento de estratégias de posicionamento, reputação e crescimento.

“Assessorar uma marca referencial, Top of Mind, com um padrão de serviços de alto nível, pertencente a um dos maiores grupos de prestação de serviços do mundo, ambiciosa por crescimento é um desafio ao qual estamos profundamente dedicados.” – Comenta Luciano

No agronegócio, a chegada da Viter — empresa da Votorantim Cimentos e líder nacional em calcário agrícola — ampliou ainda mais a presença da e21 em um dos setores mais relevantes da economia brasileira, reforçando sua experiência em mercados Agro de alta complexidade.

“Nosso trabalho nesse cliente é de uma intensidade impressionante. E o futuro nos reserva a integração plena entre o offline e a presença digital da marca” – Complementa.

Mais do que novas contas, essas conquistas representam um reconhecimento do modelo de trabalho desenvolvido pela agência: empresas procuram parceiros capazes de compreender seus desafios estratégicos antes de pensar em campanhas.

O futuro pertence às ideias

A inteligência artificial continuará transformando processos.

As plataformas digitais continuarão mudando.

Os algoritmos continuarão evoluindo.

Mas marcas continuarão sendo construídas por boas ideias, estratégia consistente e profundo entendimento das pessoas e seus comportamentos.

Foi exatamente essa convicção que orientou a atuação da e21 ao longo de 2026. Enquanto muitos discutem apenas ferramentas, canais e formatos, a agência escolheu discutir negócios, comportamento, posicionamento e valor.

Porque as campanhas passam. Mas as marcas precisam permanecer.

Luciano Vignoli é diretor-presidente da e21

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