Por Vilson Antonio Romero Filhas, irmãs, namoradas, amantes, esposas, mães, avós, bisavós… Papéis complexos destes seres poderosos. Mulheres. Mais de metade da população do planeta. Cantadas e cultuadas em prosa e verso. Mulheres de Atenas. Mulheres do espaço. Grandes, pequenas. Mulheres “cabeça” e desequilibradas, confusas, de guerra e de paz, diz o sambista. Estudantes, professoras, cozinheiras, costureiras, fazendeiras, auditoras, profetisas, poetisas, do lar, motoristas, dançarinas, pitonisas, médicas, arquitetas, atrizes, locutoras, agricultoras, modelos, da vida, sem vida, empresárias, empregadas, operárias, dirigentes, funcionárias, rendeiras, lavadeiras, faxineiras, massagistas, administradoras, jornalistas, advogadas, contadoras, publicitárias, tecnólogas, odontólogas, arquitetas, marceneiras… Esbeltas ou “fofas”, belas ou nem tanto, faceiras, fagueiras. Mulheres… O marco é a tragédia de 8 de março de 1857,
Apesar de cada dia mais as apreciarmos, menos as conhecemos, mais admiráveis e misteriosas se perpetuam e se multiplicam em nosso entorno. O universo feminino é insondável, imperscrutável, um segredo, às vezes, oculto para elas próprias. Mas com elas está o poder da criação, da geração, do som e da luz da vida.
Todas, sem citarmos esta ou aquela que eventualmente se destaque, preservam, abrilhantam e reforçam a admiração dos que acompanham a trajetória das filhas, irmãs, namoradas, amantes, esposas, mães, avós, bisavós…Grandes e poderosas representantes do sexo frágil, mas nem tanto! Em 8 de março e em todos os demais dias…

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