Por João Firme Deu certo o target do 4º Fórum Mundial de Comunicação Social, realizado dia 21 de março na PUC. O evento foi dirigido para profissionais e estudantes de comunicação social com o objetivo de sensibilizá-los para ao voluntariado na promoção da nobre causa da Responsabilidade Social. Os temas voltados para ações sociais foram debatidos por conhecidos e renomados profissionais do mundo da arte publicitária brasileira, argentina, chilena, uruguaia e suíça.
Atuam no 3º Setor admiráveis organizações não governamentais, e a sociedade precisa tomar conhecimento de suas nobres iniciativas, principalmente aos deficientes e à saúde pública. Nesta linha de empreendimentos sociais, o centenário Rotary Club Internacional, que tem cadeira na ONU, arrecadou fundos na comunidade internacional para a erradicação da paralisia infantil no mundo e conseguiu.
Uma informação interessante foi dada pelo publicitário Roberto Duailibi, presidente da DPZ Propaganda, ao declarar no seu painel que os EUA investem no desenvolvimento do 3º Setor cerca de 1,5% do seu PIB, ou seja, quase 4 trilhões de dólares.
A terceira idade foi valorizada pelo publicitário Agnelo Pacheco ao afirmar que entre inúmeros prêmios de sua agência, o melhor de todos foi o comercial sobre o “Natal dos Idosos”, filmado num asilo paulista. Depois da veiculação desta peça, um homem, filho de um dos velhinhos, identificou o pai, que estava desaparecido há dez anos.
Quatro projetos sociais foram escolhidos pelos publicitários Luiz Coronel e Günther Staub e por nós para receberem o troféu Nestor de Paula. Randon, de Caxias do Sul, pelo projeto Florescer, alfabetização de crianças, ensinando a música, danças e informática; Coca-Cola/Vonpar, Prato Popular; Tevah, confecção de roupas para entidades carentes, um dia no ano; e o projeto de Marcos Frota, Universidade do Circo, ensino da arte circense.
A premiação de peças e campanhas de cunho social e bem público mostrou inúmeras obras sociais desconhecidas da sociedade.
Dos 1200 jovens que participaram das conferências culturais, cremos que muitos percorrerão brevemente os caminhos de Emaús. Eles levarão o amor Cristão às aldeias, implementando a cidadania coletiva e individual.

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