Por Luis Fernando Manassi Mendez
Como qualquer ação subordinável ao homem, as redes sociais podem se transformar em uma “arma”. Dos mais simples aos mais complicados, esta máxima é válida para os utensílios e apetrechos utilizados por ele.
O que dizer, então, das redes sociais? Um misto de relacionamentos intercontinentais que aproximam as mesmas ideias e sentimentos. Nesta perspectiva ideológica, podemos associar ao segmento online como um formador de opiniões rebeldes. E isto está na moda.
Quando a intelligentsia se espalhou pela Europa, se rebelando contra forças contrárias que oprimiam suas ideias, mal sabia ela que estaria dando lugar para uma nova fase – protestos populares em formato multimidiático, através do Facebook e di Twitter. A mobilidade tecnológica permite isto, e a liberdade de expressão também.
A rebeldia e manifestos públicos, quando geram estardalhaços que ultrapassam fronteiras, tendem a se tornar fatores globais contagiantes em prol da liberdade de expressão. No entanto, nem tudo sempre é visto com bons olhos.
Os opressores, ditadores e opositores de qualquer manifestação massiva em caráter instantâneo e de rápida divulgação mundial poderiam ser os primeiros mencionados em uma lista aos contrários a estas iniciativas. Há, também, quem sofra com qualquer evento que utilize seu nome indevidamente, constrangendo sua pessoa, tornando vulnerável a qualquer tipo de crime praticado em rede.
A internet é um convite a criminosos virtuais ao se valerem desta “maquiagem” virtual ao explorarem este ponto fraco da rede.
O debate é global, sendo inquestionável a participação popular em tal tema, não podendo se restringir a meios políticos, tornando inevitável uma discussão cada vez mais ampla.

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