Por Marta Busnello Alves Em 2 de dezembro comemora-se, no Brasil, o Dia Nacional das Relações Públicas. A data foi estabelecida em homenagem ao nascimento do Patrono das Relações Públicas no Brasil, Eduardo Pinheiro Lobo. Ele foi um pioneiro, desenvolvendo atividades na empresa de energia elétrica Light. Passados mais de nove décadas, muitas foram as conquistas. Há 38 anos, a profissão está regulamentada e é flagrante, hoje, a percepção sobre a necessidade da atuação profissional em nossa sociedade da informação.
Os relações-públicas são bacharéis
significado social.
Vivemos um momento de grande valorização das Relações Públicas. De acordo com pesquisas recentes, é a sétima no ranking mundial das profissões de futuro. Especialistas na formulação e acompanhamento de estratégias de relacionamento, vêm encontrando em gestores de organizações a compreensão sobre a necessidade de comunicação adequada com os inúmeros públicos envolvidos.
Aos profissionais de Relações Públicas cabe o trabalho de conhecer e analisar a composição do cenário estratégico das empresas, identificando, nas pessoas e grupos organizados, perfis que possibilitem estabelecer processos de relacionamento que promovam a convergência de interesses. Através dos programas de comunicação é viável criar condições favoráveis para o comprometimento dos públicos e, ainda, proceder o
gerenciamento de crises.
Públicos não são entes amorfos ou estáticos. Pelo contrário, a dinâmica da vida atual, exacerbada pelos recursos comunicacionais, possibilita-lhes variações de ritmo, velocidade e forma. As organizações necessitam de instrumentos para percebê-las, entendê-las, avaliar seus impactos possíveis e agir proativamente. A prática das Relações Públicas é um deles, talvez o mais importante, certamente o mais ágil.

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