Mario de Almeida

Dia 20, fui para o computador como um autômato e enviei para dezenas de amigos um e-mail: “Fechei O Globo
Jogos Olímpicos 2016 e Maracanã foram dois assuntos da minha crônica anterior. Uma pergunta, também. Recebi e-mails, alguns deles com
Lula: “Queremos dizer ao mundo que nós podemos”. Nós nunca dissemos. No Brasil, estávamos habituados a dizer nós não podemos,
Com três pequenos anúncios na página policial, publicados em dias subsequentes, cada um com a foto de um corretor de
Tertuliano, frívolo peralta, Que foi um paspalhão desde fedelho, Tipo incapaz de ouvir um bom conselho, Tipo que, morto, não
Quem tem amigos como Cyro, Gustavo Borja Lopes e outros mil, tem também direito à gripe e folga sem dívida
‘Uma vida não é nada. Com coragem, pode ser muito.’                          Carlito
Campinas, 1936, eu atravessava a sala de jantar da casa. Chica (a mãe preta) carregava no colo o mano Eduardo,
Antes de mandar minha última crônica para a Press Revisão, do Luís Augusto, Aurea, a mulher, leu e comentou: está
Chove na cidade. Há três dias que chove na cidade. Uma cidade solar que, debaixo da chuva contínua, perde a
Escolada Da série “Poesia numa hora dessas?!” “Lua, lua…” disse o poeta, procurando uma rima, uma frase, uma imagem. “Ai
Estava com a cabeça focada na promessa de escrever sobre as catacumbas de Paris, mas alguns e-mails de amigos, principalmente
Lasciate ogne speranza, voi ch’intrate Deixai toda esperança, ó vós que entrais. (Dante Alighieri)  Certa vez, antes de ir a

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