Mario de Almeida

Passou pelo espelho grande, parou, voltou e encarou-se. Era um rosto de menino, não mais que cinco anos, cachos até
“Eu ia escrever sobre aquele local (La Coupole) que, apesar de só inaugurado na década de 1920, é o que
Sexta-feira, 19, José Antônio Moraes de Oliveira, em sua coluna aqui em Coletiva, escreveu “Copiando Hemingway”. Sugiro que você leia
O ano era 1971, eu viajava pela Europa e recebi no hotel, em Roma, uma carta da companheira. Só lamúrias.
Praia de Ipanema, domingo, 1968. Terminado o nosso tradicional vôlei, uma mistura de artistas e publicitários, João Carlos Magaldi, gerente
Teus olhos são tão profundos que neles eu perco a memória (Louis Aragon) Numa manhã, lá pelos anos de 1970,
Semana passada escrevi aqui: "Numa tarde em que chovia, Tom Jobim me anunciou que o Rio estava plúmbeo. Aquela chuva
Família não está no contexto afetivo. Família é o texto.  (M.A.)       Estava alinhavando ideias para escrever sobre alguns dos antigos
Mas que calor, ô ô ô ô ô ôAtravessamos o deserto do Saara O sol estava quenteQueimou a nossa cara
Dia 20 passado, saudando o velho amigo José Antonio Moraes de Oliveira, comentei a sua coluna – "O Guerreiro" –
       Eu quero ter um milhão de amigos/        E bem mais forte poder cantar        (Roberto e Erasmo Carlos)&n
O  palavrão do título refere-se à Quinta-feira Santa, quando a Igreja católica celebra a instituição da eucaristia na última ceia
Vivi meus primeiros cinco anos em Campinas, 19 em São Paulo, sete em Porto Alegre seis meses em Salvador –

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