Mario de Almeida

Nasci em Campinas em 1931 e, em 1936, minha família mudou-se para São Paulo, uma província que ainda engatinhava antes
Interessante como certos assuntos chegam à minha cuca quase ao mesmo tempo. Domingo 15, a cronista Martha Medeiros, em sua
Peço à musa do improvisoQue me dê inspiração,Ciência e sabedoria,Inteligência e razão,Peço que Deus que me protejaPara falar de uma
RIO – A Rua Adolfo Bergamini, no Engenho de Dentro, será fechada nesta quarta-feira, entre as ruas Dias da Cruz e
Nunca curti os desfiles das escolas de samba, pois na minha contabilidade pessoal o custo (noites e madrugadas insones) supera
Upa, upa, upaCavalinho alazãoê ê êNão erre de caminho não(Ary Barroso, 1940) Há anos vou à enfermaria do Clube medir
O que preciso, Invento.  O que nãoDeixo para os outros.(M.A.) Quando preciso, escrevo.Quando preciso inventar, invento.Invento pouco, pois a vida
Como  minha última crônica foi sobre Manoel de Barros, o amigo Gustavo Borges Lopes mandou-me esta “pérola” do poeta: “A elegância e a cor branca
Tudo que invento é falso. (Manoel de Barros) Um dia eu vi uma moça nuinha no banhoFiquei parado o coração
Semana passada descobri que há um grupo e um novo site que acolhe os depoimentos de ex-alunos e tudo que
– Saiam todos que não deveriam estar aqui, por favor! Apesar do tom não ser agressivo, o pedido foi convincente,
Se você acha que vai dar errado, já deu. (Murphy)Se não está dando certo, já não deu. (M.A.) Ele retirou
Sua memória foi pisando muito de leve no passado. O temor de reviver momentos indesejáveis exigia muito cuidado para não

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