1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Me chamo Jean Peixoto, tenho 36 anos e moro em Porto Alegre. Sou natural de Novo Hamburgo, onde nasci, mas cresci em São Leopoldo, onde morei até os 28 anos com a minha mãe. Atualmente, sou repórter na agência Padrinho Conteúdo e Assessoria. Antes disso, trabalhei por três anos e meio em GZH, também na reportagem.
Na mesma função, atuei ainda no Jornal VS, do Grupo Sinos, em São Leopoldo, e no Informativo do Vale, em Lajeado. Apesar da paixão pelo Jornalismo, minha vida profissional começou bem antes dele, aos 15 anos, quando estagiei na empresa Stihl, em um projeto vinculado ao curso de Mecânica Industrial, que fiz no Senai.
Desde então, nunca parei. Já trabalhei no chão de fábrica como metalúrgico, já fui atendente de telemarketing, já fui cobrador de telemensagens e já vendi produtos de limpeza de porta em porta. Me formei em Jornalismo pela Unisinos em 2017. Sou apreciador de música e cinema, especialmente das produções da década de 1980.
Quando era mais jovem, toquei guitarra em uma banda e sonhava em escrever para a revista Roadie Crew. Já quis ser ilustrador e até me inscrevi no vestibular para cursar Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), mas acabei desistindo. Me considero uma pessoa simples, que gosta de estar em contato com a natureza, de pedalar e ver o pôr do sol. Cresci rodeado de pets – de gatos a patos – mas desde que fui morar em apartamento optei por não ter bichinhos.
2 – O que mais te move para ter escolhido o universo da Comunicação?
O que me move, seja profissionalmente ou em qualquer outro campo da vida, é a busca pelo novo. Gosto, e preciso, viver experiências novas, conhecer pessoas, não muitas, mas as certas, e descobrir novas perspectivas – o que tem tudo a ver com o que fazemos na Comunicação.
Tanto que, durante a graduação, busquei estagiar em diferentes funções, em variados espaços. Estagiei em agências de Publicidade e Marketing como social media, redator e analista de SEO, além de assessorias de imprensa. Destaco a agência Global AD, de Porto Alegre, onde tive grandes aprendizados e fui muito feliz. Os estágios nas assessorias do governo do Estado e da prefeitura de Esteio também foram muito marcantes na minha trajetória, pois aprendi muito e fiz grandes amigos.
3 – Como está essa nova fase na Padrinho Conteúdo?
Esta nova fase está sendo muito agregadora, pois tenho a oportunidade de escrever sobre diferentes temas, da Educação à Economia. Além disso, pude fortalecer meu vínculo com o digital sem perder o foco no impresso, uma vez que sigo escrevendo para os cadernos Viagem, Campo & Lavoura, além dos especiais, como Expointer e, o mais recente, da Semana Farroupilha, de Zero Hora. Uma curiosidade é que, na Padrinho, a Ale (Alexandra Zanela) e o Carlos (Carlos Guilherme Ferreira) chamam os colegas de ‘dindos’ dos clientes, o que faz todo o sentido no meu caso, pois, apesar de não ter filhos, tenho cinco afilhados: a mais velha, a Duda, tem 23 anos, depois vem o Filipe, de 10, o Samuel, de cinco, a Iza, de três, e o Julian, de dois.
4 – Quais são as vantagens de trabalhar numa assessoria depois de ter vivido a experiência da reportagem em um veículo de Comunicação?
Embora atue em uma agência que também presta o serviço de assessoria, sigo atuando como repórter no Hub de Conteúdo. Nesse sentido, os estágios que fiz antes de chegar aqui pavimentaram o meu caminho para esse momento. Ainda que as dinâmicas de agência sejam diferentes das de uma redação, o trabalho é bem similar. Entre as vantagens que posso elencar, digo que gosto da flexibilidade de horários, com possibilidade de fazer home office quando for mais prático, day off no dia do aniversário, além de ter mais fins de semana livres.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Minha meta é seguir evoluindo pessoal e profissionalmente – pode até soar clichê, mas é a mais pura verdade. Quero cursar uma pós-graduação e, quem sabe, ingressar no mestrado. Tenho um interesse antigo pelo audiovisual e ainda pretendo aprender mais a respeito para desenvolver algum projeto na área. Não sei ao certo onde estarei em cinco anos, mas tenho certeza que vou me manter em movimento dentro das minhas potencialidades e buscando parcerias de sucesso.

