1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Eu sou Bianca Molina, natural de Porto Alegre e jornalista.
2 – Por que escolheu o Jornalismo?
Porque queria ser escritora. Escolhi por sempre ter amado ler e escrever e achei que meu futuro fosse com algo nesse sentido. Até pensei em fazer Letras, foi meu primeiro vestibular, mas optei pelo Jornalismo porque, além da leitura e da escrita, a Comunicação me chamava muito atenção.
3 – Entre julho e agosto você cobriu a Copa do Mundo feminina de futebol pela Cazé TV e pela Ronaldo TV. Como foram essas experiências?
Foram excelentes e em um momento bem diferente da minha vida. A Copa, bem como os trabalhos, aconteceram nos dois últimos meses de gestação, então digamos que o desafio foi dobrado. Mas foi gostoso me sentir útil e poder juntar duas coisas que eu amo muito: o Jornalismo e o futebol feminino, ao meu período de gestação. Tudo caminhou lado a lado sem problemas.
Fora essa questão, foram missões interessantes de entregar: pela Cazé, ajudar a tocar um programa diário sobre futebol feminino, falar da modalidade em um canal tão acostumado com o futebol masculino e buscar formas de chamar atenção dessa audiência. Pela Ronaldo TV, algo bem mais digital, focado nos vídeos curtos, nas informações mais sintetizadas, também com a finalidade de valorizar a competição e a modalidade. Já tinha feito a Copa masculina pela Ronaldo e foi muito bom ver que a empresa valorizou tanto quanto a feminina, com contratações de pessoas na Nova Zelândia, na Austrália e no Brasil para abastecerem diariamente – e várias vezes ao dia – as redes da TV.
4 – Você disse para Coletiva.net que já acompanhou outros mundiais. Além da Copa do Mundo, existe algum outro evento esportivo que você tenha o desejo em trabalhar?
Acho que pra dar o ‘check’ na minha lista de desejos profissionais, preciso ainda ter uma Olimpíada. Vivi a do Rio, mas como pessoa física, falta, agora, uma trabalhando.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Os planos profissionais têm a ver com estabilidade em uma empresa de Comunicação que carregue o DNA esportivo, como a TNT Sports, na qual eu estou hoje – quem sabe, né? E continuar repórter, desenvolvendo-me cada vez mais, tendo a possibilidade de participar de grandes eventos e contar histórias importantes.
