1. Quem é você, de onde veio e o que faz?
Sou Claudir Benini, casado com Iva Volpini, sentenciado a ser feliz. Sou uma pessoa tranquila e comprometida com os compromissos que assumo diariamente. Nascido em Garibaldi, filho de italianos, 41 anos, empresário do ramo gráfico há mais de 18 anos, jornalista e editor do Jornal Cidade Garibaldi, das revistas Receptiva Turismo e Receptiva Construção e Decor. Também sou presidente da Associação Cultural Terra do Vinho de Bento Gonçalves (Acoratevi) e da Associação de Jornalistas de Turismo do Rio Grande do Sul (Abrajet-RS).
2. Quais são os planos à frente da Abrajet-RS?
A Abrajet é uma entidade nacional e tem 58 anos. Acredito que devo ajudar na minha humilde participação à frente dela a levá-la novamente ao seu lugar. Não se faz uma associação sozinho, mas sim com pessoas comprometidas e competentes e é por elas que irei procurar para o associativismo.
Em minhas metas está a parceria com secretarias de Turismo do Rio Grande do Sul, para divulgação e fomento de roteiros, rotas e outros destinos, aumentando consideravelmente o número de associados. Participar mais ativamente nas questões de desenvolvimento, criação e estruturação do turismo no Estado. A proposta de vinda do Congresso Nacional da Abrajet ao Rio Grande do Sul em 2015 já foi lançada e espero que tenhamos o apoio necessário para trazê-lo.
3. O que significa ser o primeiro profissional do Interior a assumir o comando da entidade?
A representatividade da Abrajet é grande, mas o feedback recebido pela entidade aqui no Sul foi muito aquém do esperado nos últimos anos. Acredito em renovação, trabalharei e usarei minha experiência para isso. A representatividade da Abrajet se fará na qualidade de nossos associados, isso deverá ser a marca maior. Para mim, é uma grande responsabilidade, mas assumida com prazer e muita vontade de mudança.
4. O que todo o jornalista de turismo deve saber?
Na dinâmica da informação de hoje, saber escrever já não basta, tem de saber escrever, fotografar, medir, ponderar, entrevistar, postar, navegar e saber que, acima de tudo, deve ser bom no que faz, bom e querente. Alguns profissionais de jornalismo se autodenominam semideuses. Outros, por sua vez, trocam seu trabalho por um café da manhã ou prato de comida. Qualquer indagação da minha parte sobre o que o jornalista de turismo deve saber seria mediocridade, mas segue algo em que acredito: todo jornalista de turismo deveria saber que nunca se sabe o suficiente, que ninguém é insubstituível, apenas o patrão é que despede, e que o turismo é uma fonte inesgotável de informação.
5. Quais são os planos para os próximos anos?
Pelos próximos dois anos, meu plano à frente da Abrajet-RS é fortalecê-la, praticando o associativismo, divulgando a entidade a todos, respeitando o direito dos outros e ajudando na fomentação do turismo em cada canto do Rio Grande do Sul.


