1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Cristine Foernges Farias. Nasci e cresci em Novo Hamburgo. Me mudei para Porto Alegre após conhecer meu marido. Sou jornalista, pós-graduada em Administração e Marketing e mestre em Administração e Negócios. Esposa do Carlos Eduardo, madrasta do Otávio e da Clara e tutora do Bob, um cachorro extremamente carismático, que tem convicção de que nasceu humano.
Sempre fui movida por sonhos, pela curiosidade e pela vontade de construir algo que fizesse a diferença na vida das pessoas. Foi esse espírito empreendedor, aliado a um otimismo persistente, que me levou a fundar, ao lado da minha sócia e amiga Daiana Christ, a Pérola Comunicação, uma agência especializada em Comunicação para a área da Saúde.
2 – O que mais a motiva na Comunicação?
O que mais me motiva é a capacidade que a Comunicação tem de transformar realidades. Quando uma informação é transmitida com clareza e responsabilidade, ela pode orientar decisões, reduzir inseguranças e até mesmo ser o combustível para novas oportunidades.
Na área da Saúde, isso ganha um significado ainda maior. Temos a oportunidade de dar voz a profissionais qualificados e traduzir conteúdos complexos em mensagens que façam sentido para a população. Saber que um conteúdo pode ajudar alguém a identificar um sintoma, buscar atendimento ou compreender melhor sua condição é o que dá propósito ao meu trabalho.
3 – Na agência Pérola, vocês possuem liderança feminina. Por que, em pleno 2026, ainda precisamos destacar a atuação das mulheres em posições estratégicas e de gestão?
Penso que, apesar dos avanços conquistados, a presença feminina em posições estratégicas ainda não reflete a participação das mulheres na sociedade e no mercado de trabalho. Destacar lideranças femininas é dar visibilidade a trajetórias que inspiram outras mulheres a ocupar espaços estratégicos, de gestão e protagonismo.
Meu otimismo sonha com o momento em que a presença feminina em cargos de liderança será encarada com total naturalidade. Até lá, é fundamental reconhecer, valorizar e dar voz às conquistas que ajudam a abrir caminhos para um futuro, quiçá, próximo.
4 – Na sua opinião, quais características um profissional deve ter para atuar na Comunicação?
A principal característica é gostar de pessoas. Comunicação, antes de qualquer técnica, é conexão humana. É ouvir com atenção, compreender diferentes realidades e construir pontes entre quem fala e quem recebe a mensagem.
Além disso, ética, sensibilidade e responsabilidade são indispensáveis. Vivemos em uma era de excesso de informação. Sinto que o comunicador tem, além do dever de produzir conteúdos confiáveis e relevantes, o desafio de gerar interesse em quem consome.
Também considero essencial ter curiosidade, capacidade de adaptação e disposição para aprender continuamente. A Comunicação está em constante transformação e acompanhar essas mudanças sem perder a essência é um dos maiores desafios da profissão.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Daqui a cinco anos, desejo atuar de forma cada vez mais estratégica, contribuindo para o crescimento das empresas por meio de planejamento, posicionamento e desenvolvimento de soluções que gerem resultados consistentes. Quero fortalecer meu papel como liderança, ampliar a relevância da Pérola Comunicação no mercado e consolidar nossa atuação como referência em Comunicação para a área da Saúde, expandindo nossa presença para novos mercados e oportunidades.

