Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Hamilton Vessi Theodoro, o ‘Banana’

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Meu nome é Hamilton Vessi Theodoro, sou paulistano, nasci na cidade de São Paulo. Sou um comunicador, radialista e animador de rádio, conforme minha carteira de trabalho.

2 – Como e por que decidiu ser comunicador?

Sou meio comunicativo, uma pessoa que gosta não de aparecer em televisão, onde já trabalhei, mas não me senti à vontade, pois sou uma pessoa que se movimenta muito e na TV não dá para fazer isso. Então, decidi ir para o rádio, que é onde posso fazer o que eu quiser e as pessoas não estão me vendo. Hoje eu trabalho de pijama e ninguém me vê. Eu fico feliz desse jeito.

3 – O que significa na sua carreira estar na Rádio ABC?

É uma honra estar trabalhando no maior grupo de comunicação do Sul do Brasil. Quando meu programa entrou no ar, fiquei um pouco assustado, porque a linha da rádio não tem muito a ver comigo. Acho que aquilo que eu tento colocar é mais despojado do que a rádio com seu viés mais jornalístico. Fiquei assustado, mas hoje estou mais calmo, pois vejo uma grande aceitação e espero que isso renda bastante fruto para a rádio financeiramente, e que as pessoas de Novo Hamburgo e da Região Metropolitana de Porto Alegre gostem. Sei que é um horário em que tem concorrentes fortes e eu tento fazer desta hora o melhor que eu posso, com muito amor.

4 – O que o levou a trabalhar com rádio?

Amar música. Na minha juventude, meu tio tinha uma boate em Ribeirão Preto, onde tocava Disco e eu adorava aquela coisa doida, todo mundo se esbaldando na pista. Eu passava as férias lá e depois morei uma época. Eu gravava umas fitas cassetes que eu gostava de ouvir no carro e um dia passei em frente a uma rádio e falei com o dono da emissora que eu queria fazer um teste. Ele me ouviu e disse que minha comunicação era sensacional. Mas ele estava vendendo a emissora e garantiu meu emprego em outra rádio que ele tinha em Franca. Larguei tudo e fui. Lá, morava nos fundos da rádio e foi assim que começou. O início é sempre duro, mas hoje a gente sempre colhe o que plantou.

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

Nem imagino. Só peço a Deus que até lá eu tenha saúde para continuar fazendo o que faço. O futuro a Deus pertence, mas com cuidado, não facilitando para que coisas erradas aconteçam, mas não sabemos o que vai ser amanhã, só espero tudo de bom.

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