1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Isabella Magedanz Pesce, natural de Três Passos, uma apaixonada pela jornada que a vida proporciona. Meu lema pessoal e profissional é ‘o que com amor faço, não sinto cansaço’, uma frase escrita por minha avó Celita e passada por gerações. Sou uma ex-advogada que se tornou jornalista e atriz. Empreendo na Isa Pesce: Comunicação Criativa. Atualmente, sou roteirista e apresentadora de podcasts para empresas como Alelo, Pepsico e Wilson Sons. Sou também artista da voz, gravando locuções para comerciais e vídeos institucionais, bem como apresentando eventos nacionais em português e inglês. Meu diferencial é trazer personalidade para a Comunicação Institucional e Corporativa. Como “jornalista raiz”, produzo e gravo boletins para a Rádio Justiça.
2- O que lhe atraiu para estudar e trabalhar com Jornalismo?
O dinamismo que a profissão proporciona: saber que um dia dificilmente será igual ao outro (na prática eu percebi que isso é bastante relativo). Quando eu ainda estava no colégio, meu irmão estava estudando Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Lembro de ficar encantada com o dia a dia dele. Adorava ler e ouvir as matérias que ele estava produzindo na faculdade. Entrei no curso de Jornalismo mais madura, aos 24 anos. Naquela época, meu sonho era contar grandes histórias, presenciar acontecimentos históricos e transmitir isso tudo com muita humanidade.
3- Em fevereiro, com o intuito de ampliar os negócios, você integrou as suas atividades ao Instituto Caldeira. Como você avalia esse período como membro do hub de Inovação? Alguns objetivos já foram atingidos?
Ser membro do Instituto Caldeira foi um grande investimento na minha carreira, inclusive financeiro. Avalio que esse período trouxe exatamente o que eu estava procurando: em primeiro lugar, o compromisso comigo mesma de estar presencialmente em um grande hub de Inovação. Isso foi importante inclusive para minha saúde mental. O maior resultado que tive até agora foi a ampliação de meu networking, o que já gerou pelo menos três contratos com empresas do Caldeira. Hoje atendo membros do Instituto por meio da produção de seus podcasts, apresentando eventos em português e inglês e gravando locuções para vídeos institucionais, publicitários e atendimentos telefônicos humanizados.
4 – Em meio à pandemia, você decidiu empreender no mercado da Comunicação. O que lhe levou a tomar essa decisão e quais os principais desafios de investir nessa área?
Decidi empreender após sentir uma constante frustração com as experiências profissionais nas empresas pelas quais passei. Eu me sentia constantemente limitada por linhas editoriais, egos e competições. Isso me fazia sentir engessada e eu sabia que precisava deixar minha capacidade criativa extravasar e encontrar diferentes formas de comunicar e impactar. O principal desafio é a autoestima. Não é fácil acreditar em si todos os dias, principalmente naqueles em que a prospecção não dá tanto resultado ou um contrato não fecha. É um caminho de altos e baixos em que é preciso lembrar constantemente do porquê decidi empreender. E vale muito a pena.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Mergulhar cada vez mais profundamente em meu autoconhecimento pessoal e profissional, pois é isso que me mostra o caminho a ser seguido. Hoje me sinto muito tranquila em saber e admitir que não estarei exercendo as mesmas atividades que faço hoje pelos próximos cinco anos. A maravilha de trabalhar com Comunicação Criativa é essa: sempre haverá espaço para desenvolver novas habilidades e produtos. Estou animada para ver o que os próximos anos estão reservando para nós, comunicadores.

