1. Quem é você, de onde veio e o que faz?
Nasci em Bagé (RS) e, quando tinha dois anos, meus pais mudaram para Porto Alegre. Depois, veio um convite da empresa em que meu pai trabalhava para irmos para Belo Horizonte. Lá, ficamos dois anos. A proposta de morar no Rio de Janeiro também chegou desta empresa e nos mudamos novamente. Ficamos sete anos na cidade maravilhosa e, mais uma vez, mudança. Foi um ano em Campinas e, em 1987, voltamos definitivamente para Porto Alegre. Tenho duas irmãs: uma mineira e outra carioca.
Meus pais sempre incentivaram meus estudos. Ingressei na PUC, em 1992, para cursar Relações Públicas. Quando terminei, fiz Jornalismo na mesma instituição de ensino. Participei de um programa de trainee em Terceiro Setor e Responsabilidade Social e fui fazer mestrado em Ciências Sociais, ainda na PUC. Tinha experiência em sala de aula por ter passado por algumas faculdades e o convite para coordenar o curso de Relações Públicas da Ulbra veio em agosto de 2012. Em fevereiro de 2013, acumulei a função também de coordenar Publicidade e Propaganda. Sou casada e ainda não tenho filhos. Sou tranquila, organizada e obstinada para alcançar objetivos de vida e de trabalho.
2. Como é o desafio de coordenar cursos de Comunicação?
Coordenar processos não é novidade para mim. Essa experiência devo à oportunidade que tive ao trabalhar na Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho. Foi uma grande escola. Hoje, os desafios são diferentes porque estou lidando com educação. São pessoas que vão sair da faculdade e ingressar no mercado de trabalho. A minha responsabilidade como coordenadora de cursos é enorme porque isso envolve a formação dos alunos.
3. O que toda coordenadora de curso deve saber?
Deve saber lidar com pessoas. Você acaba sendo referência para os alunos e a grande maioria ouve o que você tem para dizer, segue seus passos, pede conselhos, dicas de trabalho. É uma troca constante, porque os alunos também têm muito a dizer. Me espelho em alguns mestres que tive na minha vida acadêmica para, a cada dia, buscar o aprimoramento.
4. O que mais lhe dá prazer na profissão?
Hoje, como professora e coordenadora de cursos, é justamente poder dar conselhos, conversar com as pessoas, poder mostrar os caminhos e trazer minha experiência profissional, como relações-públicas e jornalista, para a sala de aula.
5. Quais são os planos para os próximos cinco anos?
Meus planos são ingressar no doutorado e ser mãe.


