Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Maicon Bock

Jornalista é editor-chefe do Jornal Metro

1. Quem é você, de onde veio e o que faz?

Sou jornalista, me formei há oito anos na Unisinos. Tenho 31 anos, nasci em Sapucaia do Sul, morei por 10 anos em Terra de Areia, no Litoral Norte, e estou há sete anos na Capital. Atualmente, sou editor do jornal Metro, em Porto Alegre. Já passei pelas redações do Jornal VS, do Correio do Povo, de Zero Hora e do portal Terra.

2. Como está sendo o desafio de editar o Jornal Metro?

É muito gratificante fazer um jornal que, apesar de estar há pouco mais de um ano em Porto Alegre, já tem uma aceitação enorme junto ao leitor e aos anunciantes. Está sendo, também, um período de muito aprendizado com as novas atribuições. Continuo com o mesmo encantamento com o projeto do jornal de quando fui convidado para integrar a equipe, em agosto de 2011, dois meses antes do lançamento. Essa motivação foi renovada com o novo projeto gráfico, que estreou em 26 de novembro.

3. O que todo editor precisa saber?

Acho que todo editor precisa ter um tempo de estrada como repórter, antes de assumir a função, para entender as dificuldades da rua, das pautas, de encontrar os melhores personagens, da perda de tempo nos deslocamentos, do branco na hora de escrever o lead. Precisa também ter ideias, estar atento ao seu redor, ler todos os jornais e revistas possíveis, acompanhar as redes sociais, ouvir e motivar a equipe a participar ativamente do processo de fazer jornal, indo além de suas atribuições. E, claro, estar atento aos detalhes dos títulos e textos para evitar erros.

4. O que mais lhe dá prazer na profissão?

É publicar uma reportagem de repercussão; divulgar uma informação importante antes dos concorrentes. Minha meta diária é ter no jornal informações exclusivas ou sacadas diferentes de abordagem de um assunto comum. No dia em que um jornalista que atua em veículo não tiver o furo como meta diária, ele deve repensar a carreira e tentar outra coisa na profissão.

5. Quais são os planos para os próximos cinco anos?

Sempre tive metas na minha vida. Aos 10 anos, botei na cabeça que queria ser repórter. Com 23, tive a primeira oportunidade na função no Jornal VS, em São Leopoldo. Sempre quis passar pelo Correio do Povo, pela história centenária e por trabalhar no mesmo jornal do Quintana. Quando cheguei lá, minha próxima meta era a Zero Hora. No Metro, a meta mais imediata é me firmar na função de editor, garantir um ambiente de trabalho motivador e agradável à equipe, e contribuir para que o jornal cresça e seja respeitado ainda mais no Estado e no País.

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