Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Marcelo Prestes

Jornalista atua na equipe de Esportes da Rádio Pelotense

Marcelo Prestes é formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). - Crédito: Arquivo Pessoal

  1. Quem é você, de onde vem e o que faz?

Chamo-me Marcelo Prestes, sou natural de Canguçu, mas moro em Pelotas desde criança. Sou jornalista e atualmente trabalho na Rádio Pelotense e no jornal A Hora do Sul. Sou narrador de futebol, apresentador de programas e tenho a felicidade de trabalhar com algo que realmente gosto e sempre quis fazer.

2. Quando decidiu que queria cursar Jornalismo e o que despertou o interesse pela área?

O que me levou para o Jornalismo foi principalmente a paixão pelo Esporte, pelo futebol e pelo rádio. Desde cedo gostava muito de acompanhar os jogos pelo rádio, ouvir as narrações e ficar por dentro das notícias dos times. Acho que foi isso que despertou em mim essa vontade de trabalhar com Comunicação.

Quando entrei na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) para cursar Jornalismo, comecei a conhecer e me interessar também por outras áreas. Sempre gostei de acompanhar noticiários, programas de política e outros assuntos, mas foi na faculdade que esse leque se abriu ainda mais. Então, o futebol e o rádio foram o que me levaram para o curso, mas conhecer outras áreas também foi muito importante para a minha formação e para tudo que veio depois.

3. Neste ano, você passou a integrar a equipe de Esportes da Rádio Pelotense. Como têm sido estes primeiros meses? 

Desde abril estou na Rádio Pelotense e também trabalhando com o pessoal da Hora do Sul. Estou muito feliz com esse momento. Fui muito bem recebido e me deixaram bastante à vontade desde o começo. Como eu já conhecia algumas pessoas, tanto da rádio quanto do jornal, isso também facilitou bastante essa adaptação.

Antes disso, fiquei 11 anos na Rádio Universidade, onde aprendi muito e vivi uma etapa muito importante da minha carreira. Agora, estou vivendo um momento diferente, de fazer coisas novas e também de me reinventar. Comecei, por exemplo, a escrever uma coluna de opinião no jornal, algo que nunca tinha feito.

Acho que essas mudanças são importantes. Conhecemos novas pessoas, chegamos a outros públicos e também nos desafiamos a fazer coisas diferentes. Isso tem sido muito legal e é o que me motiva a tentar fazer algo melhor a cada dia.

4. Dentro desse período, já há algum momento em específico que mais lhe marcou? 

Acho que o que mais me marcou foi a receptividade e perceber que as pessoas acompanham o meu trabalho, independentemente de onde esteja. Muita gente que já me acompanhava continuou comigo nessa mudança, seguiu ouvindo, passou também a acompanhar o meu trabalho no jornal, e isso foi muito legal de perceber.

Ao mesmo tempo, começaram a chegar a pessoas novas e também passei a encarar outros desafios, como ancorar um programa de debate no horário do almoço, dentro de uma proposta diferente do que fazia antes. Acho que o que mais me marcou foi justamente isso: perceber que as pessoas conheciam e gostavam do meu trabalho e que seguiram comigo nessa nova fase, enquanto um novo público também passou a me conhecer.

5. Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

Daqui a cinco anos, quero seguir crescendo, evoluindo e me desafiando profissionalmente. Quero continuar fazendo o que gosto e levando para as pessoas essa paixão pelo Esporte, principalmente através da emoção do rádio, mas também do jornal e de tudo que o Jornalismo pode proporcionar.

Quero continuar aprendendo, fazendo coisas novas e buscando evoluir, mas sem perder aquilo que me trouxe até aqui: o prazer de comunicar e a paixão pelo que faço.

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