1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Marcus Von Groll, gaúcho, nascido em 1983, tenho 35 anos, e sou jornalista esportivo.
2 – Como e por que decidiu ser jornalista?
Amor pelos esportes. Além disso, decidi fazer jornalismo esportivo como forma de tentar algo diferente e novo no meio.
3 – Como surgiu o Travinha Esportes?
O antigo Travinha Esportes, hoje Casal Travinha Esportes, surgiu em 2010, da vontade que eu tinha de dar mais espaço e divulgar modalidades esportivas que não tinham (e continuam não tendo) tanta divulgação nos principais veículos de comunicação. Ainda mais em um país como o Brasil, que tem o futebol praticamente como uma religião. Por meio do trabalho no portal, conheci a Nathália Ely (hoje Nathi Travinha). Também jornalista e apaixonada por esportes, tornou-se minha colega de trabalho, namorada, noiva e, em 2018, esposa. Assim, em 2019, o portal Travinha Esportes passou a ser Casal Travinha. Um casal de jornalistas produtores de conteúdo.
Essa mudança ocorreu naturalmente, por ser apenas eu e ela os que trabalham diretamente com o site. Além de dar um caráter mais humano, o Travinha Esportes deixou de ser um portal esportivo para se tornar um canal de dois jornalistas esportivos influenciadores digitais produtores de conteúdo.
4 – O que significa para o veículo a parceria com a Federação Paulista de Beisebol e Softbol para transmissão dos jogos?
Significa a consolidação de um trabalho que vem de anos. Não só a Federação Paulista de Beisebol e Softbol, mas tantas outras modalidades esportivas, como o Rugby, que nos procuram porque acreditam exatamente no nosso trabalho e na importância que é transmitir eventos esportivos de outras modalidades. Afinal, todos têm o seu espaço e a sua audiência.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Viajar o País por completo transmitindo eventos esportivos, como o Beisebol, por exemplo. Daqui a cinco anos esperamos (eu e minha esposa) estar comemorando 15 anos de existência do veículo e ter consolidado de vez a cultura de que o Brasil não é apenas o país do futebol, mas, sim, de todas as modalidades esportivas e que todas elas têm o seu espaço e sua audiência. E, assim, também merecem investimentos.

