Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Raquel Saliba

Jornalista assumiu como editora de vídeos em Zero Hora

Raquel Saliba | Crédito: Félix Zucco/Agência RBS\n

Raquel Saliba | Crédito: Félix Zucco/Agência RBS

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Sou a Raquel Saliba, editora de vídeos de Zero Hora, muito colorada, jornalista formada pela Pucrs e mestre em Comunicação na área de Mídias e Processos Audiovisuais pela Unisinos. Eu venho de Bagé, mas moro na Capital há mais de oito anos.

2 – Como e por que escolheu atuar na área da Comunicação?

Eu fui aquela criança meio saliente, que falava muito e queria saber de tudo e de todos. Além disso, também sou da turma clássica do “sempre adorei escrever e leio muito”, então, acabar na área da Comunicação era bem óbvio para mim. E eu realmente acredito que o Jornalismo pode mudar o mundo e a vida das pessoas, por isso tenho convicção no meu trabalho, apesar dos tempos difíceis que o nosso mercado vive.

Confesso que o que fez eu me inscrever no vestibular, de fato, foi a paixão pelo futebol. Entrei na faculdade querendo cobrir Esporte, porém, em muito pouco tempo vi que não teria inteligência emocional para isso. Eu sou muito apaixonada pelo Inter e faço verdadeiros fiascos dentro do Beira-Rio.

3 – Como e por que optou por trabalhar com vídeo?

Eu sou de uma geração que se formou em um momento importante de transição da lógica de produção das redações. Uma fase de transformação do Jornalismo, na verdade. Então, para mim, foi bastante natural aprender a ser mais multimídia ao longo da faculdade, experimentar linguagens e formatos e acabar optando por me especializar nesta área.

4 – O que assumir o cargo de editora de vídeos em ZH significa na sua carreira?

Comecei a trabalhar em ZH em 2011, como assistente de conteúdo online. De lá para cá, vi a área de produção de vídeos crescer, se aprimorar e se tornar cada vez mais importante, tanto dentro do jornal, como no mercado como um todo. Então, é muito gratificante ver a equipe consolidada como uma editoria, trabalhando em conjunto com a redação e tendo resultados positivos.

E, embora eu tenha tido uma grande preocupação em me qualificar e buscar aperfeiçoamento na área para poder assumir este desafio, o anúncio deste cargo significa que contei com o apoio de profissionais incríveis aqui dentro, que são minhas maiores referências e que acreditam em mim. Não seria possível chegar aqui sem a convicção dos editores do jornal de que a área de vídeos é relevante para o jornalismo que ZH produz.

5 – Quais as dificuldades na área?

Por lidarmos diretamente com tecnologia, um dos maiores desafios é a busca constante por conhecimento e inovação. Estamos sempre “correndo atrás da máquina”, como diz minha avó sobre eu estar sempre com pressa. Em busca de formatos diferentes, câmeras novas, transmissões em outras plataformas, experiências em narrativas e linguagens distintas, etc.

Além disso, assim como o resto da redação, outro grande desafio é estar sempre alinhado com o leitor, que eu chamo de usuário digital, pois ele interage com o nosso conteúdo. É muito importante estarmos atentos ao comportamento deste usuário para entender melhor de que maneira devemos entregar o que produzimos a ele.

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