1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou natural de Americana, São Paulo. Quando eu tinha seis anos de idade, meu pai foi transferido para o Rio Grande do Sul a trabalho e acabamos estabelecendo raízes por aqui. Sou jornalista formada há quase 12 anos pela Unisinos. Entre 2013 e 2015, fiz mestrado no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos, na linha de Linguagem e Práticas Jornalísticas. E, entre 2016 e 2018, realizei MBA de Gestão de Pessoas e Liderança Coach, pela Universidade Unilasalle. Atualmente, sou coordenadora de Produção da Rádio Mix FM POA e faço participações no Cafezinho, tradicional programa do rádio gaúcho.
2 – Como e por que decidiu ser jornalista?
A escolha pelo jornalismo surgiu ainda na infância. Fui despertada pelo prazer da leitura, da escrita e pelo interesse em contar histórias. Já na graduação, aprendi sobre a responsabilidade social da profissão e percebi que tinha feito a escolha certa. Sou realmente apaixonada pelo que faço.
3 – O que o rádio representa na sua carreira?
Sempre fui ouvinte assídua de rádio. Estar sintonizada fez e faz parte da minha rotina, para estar informada ou simplesmente para escutar música. Mas a minha história profissional está muito mais voltada para a TV do que para o rádio. Fui repórter, apresentadora e editora-chefe da TV Unisinos por cerca de 10 anos. Tive a oportunidade de atuar como repórter de rede do Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, que mantinha parceria com universidades de todo o País. Essa parceria possibilitou uma experiência profissional como repórter convidada junto à emissora, no Rio de Janeiro, e a conquista de três prêmios nacionais.
Com o fim da TV Unisinos, assumi a função de coordenadora do Centro de Criação Digital, produtora criada para dar vida a produtos audiovisuais sob demanda. E, além disso, recebi a proposta, em novembro de 2015, de assumir o microfone da Rádio Unisinos como apresentadora do programa Cafeína, ao lado do Alemão Vitor Hugo. Durante três anos e meio, entramos ao vivo, de segunda a sexta, trazendo as principais notícias do dia, entrevistas e muita música.
Esse período foi de muitas descobertas e aprendizados. Para mim, o contato com os ouvintes representa uma das melhores partes desse universo, que é extremamente prazeroso. Costumo dizer que nem parece trabalho, o que é o grande segredo de tudo.
4 – O que significa na sua carreira integrar o time da Mix FM POA?
A entrada na Mix representa um novo começo de ciclo, com novos desafios e a possibilidade de realização de novos projetos. Desde o fim da Unisinos FM, eu tinha o desejo de voltar para o ar e atuar em veículo. Eu já conhecia o trabalho da emissora e o programa Cafezinho desde os tempos da Pop Rock. Também tinha grande admiração pelo Mauro Borba, um dos maiores nomes do nosso rádio. Trabalhar com ele é um presente e certamente trará valor para o meu currículo.
A Mix vem apresentando resultados positivos e está cada vez mais competitiva. Então, estou feliz e motivada com tudo que vem pela frente. Quero absorver o máximo possível do conhecimentos dos profissionais que atuam na emissora e, claro, poder compartilhar a minha experiência com a equipe.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Pretendo seguir atuando na minha área, crescendo e aprendendo cada vez mais. Que venham os novos desafios e que eu possa olhar para trás com a certeza de que evoluí como profissional e como pessoa.

