Típico de geminiana que pensa estar podendo (e por isso mesmo abusou neste início de texto do gerundismo), a coluna desta quarta/quinta-feira é uma espécie de mistura de tudo um pouco agora. E como dizem que pretensão e água benta não fazem mal a ninguém, Marcinha Querida Martins se acha um pouco Mario de Almeida e mescla vários tópicos na mesma coluna. Só não tem cacife, é evidente, para expor os comentários dos leitores numa vitrine, porque não tem tantos como o seu colega colunista, e menos ainda para se despedir com um Inté, que é a marca registrada do Mario.
Mas na linha de se achar, Marcinha Querida Martins agradece aqui, embora já tenha feito no Face, no Orkut, nas redes sociais (acho isto tão chique), por e-mail e pessoalmente, aos inúmeros amigos e amigas que não se esqueceram de desejar um feliz aniversário, perfeitamente comemorado no dia 9 de junho (veja lá, se você não lembrou, vai que ainda dá tempo). Melhor o atraso do que a ira de uma geminiana (#pronto, falei).
Foi quase uma turnê de comemorações. Com parte da família saboreando uma ótima feijoada no sábado num boteco sensacional da Cidade Baixa (não cito o nome porque não ganho para ser garota propaganda). E criança na prole é tudo de bom né? Os passinhos acelerados do afilhado Lucas, a peraltice tão Camilinha de sua filha e minha sobrinha-neta Lohana e o sossego do seu mano, o João Pedro, outro sobrinho-neto, recheiam todo projeto de festa. Depois, uma esticada numa confeitaria para os doces da tarde. E, à noite, porque a vida merece ser aplaudida, receber os amigos num barzinho para uns drinques e saudar o dia e a noite que ainda se respira.
E porque não me desfiz totalmente dos planos de ganhar na fase 50 tona, enfim, um namorado que mereça todo o meu amor verdadeiro, eterno e porque não sensual (já que a propaganda aqui é a alma do negócio), preparei um jantar especial de Dia dos Namorados. Até com direito a buquê de flores. A iguaria foi servida para Marcinha Querida Martins e sua amada filha Gabriela (com 100% de chances de arrumar um namorado na comparação com a mãe). Sem bebida porque a gripe de todo o inferno é minha companheira e a filha Gabriela não é chegada nestes itens. E sem namorado, porque no meu caso, antes só do que mal esquartejada (ok, de péssimo gosto, mas não podia perder a deixa).
Como preciso guardar meu resto de força (nada de drama, é só que a gripe tira um pouco do meu potencial) para torcer a favor do imortal tricolor nesta noite de quarta-feira contra o Palmeiras, vou encerrando por aqui minha contribuição. E na carona do tipo ‘tá se achando’, Marcinha Querida Martins usa alguns trechos adaptados da famosa música Epitáfio, dos Titãs, que deveria ser a oração matinal de todos que ainda desejam ser felizes. Devia ter amado mais…ter chorado menos, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais e até errado menos, ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são.
Antes de encerrar, preciso confessar. Geminiana verdadeira, com ascendente, sol e lua em gêmeos (vai encarar?), que se preze, sempre acha que fez demais. Então, o negrito do parágrafo acima é de minha autoria (compreenderam?). E como devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor…, talvez volte na semana que vem. Se não endoidecer definitivamente e aceitar o convite do Chico Buarque para passar o aniversário dele no Rio de Janeiro, no dia 19 de junho. Prendam a colunista.

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