Neste domingo, duas das melhores seleções do planeta se enfrentam na final da 23ª Copa do Mundo. Uma delas, a da Argentina, com mais tradição, tendo vencido três vezes a competição. Mas a Espanha, embora com um único título, tem se credenciado a figurar na lista das principais da atualidade.
Pelo o que mostrou contra a França, até então favorita ao título, a seleção espanhola tem boas chances de sair vitoriosa. Mostrou na semifinal um futebol eficiente, bem organizado, com um toque de bola impressionante. Claro que tudo fruto de muita organização e empenho de seu elenco.
Já a Argentina, além de um futebol vistoso, mostrou algumas das qualidades que marcam sua história: muita garra e entrega, sem nunca dar o jogo como perdido. Além de tudo, é claro, tem Lionel Messi, sem dúvidas o principal nome do futebol mundial na atualidade.
São essas características que, a meu ver, fazem falta ao futebol brasileiro. Em campo, o Brasil em nenhum momento mostrou organização e bom toque de bola. A única característica das duas seleções finalistas citadas acima apresentada pelos brasileiros foi uma certa garra e persistência na partida diante do Japão, e por poucos minutos.
Por isso que o Brasil deixou de impressionar e assustar adversários. A mentalidade hoje é outra. Em vez de ser na base do futebol, a geração Neymar parece priorizar a chamada marra e a discussão. Definitivamente, nossos “heróis” atuais do futebol não são como os de antigamente.


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