À distância tenho acompanhado a discussão política do assunto da exigibilidade ou não de diploma para o exercício da profissão de Jornalista.
Professores, profissionais da área e sindicalistas têm-se empenhado no sentido de reverter a lei, reafirmando a exigência do diploma.
Coerente e compreensível enquanto arguição de categoria, do ponto de vista pessoal, a disputa indica necessidade de qualificação.
Não há dúvida que nas empresas em geral, e nos veículos de comunicação em particular, sempre haverá a precedência dos profissionais formados, desde que eles percebam a qualificação dos profissionais, independente da exigência legal.
O gargalo, portanto, está na questão da capacitação. Se com a exigência do diploma há competição por espaço entre jornalistas, sem ele o escopo competitivo é ampliado.
Em um mundo no qual o conhecimento disponível cresce em escala geométrica, a educação é um processo continuado.
Por outro lado, para os jornalistas e para os profissionais da comunicação em geral, as notícias são alvissareiras: se de um lado as novas tecnologias comunicacionais demandam a produção de conteúdo, de outro, em um mundo multimídia a qualificação da comunicação das organizações com os seus públicos é imperativa. Foi-se o tempo em que o bom tratamento publicitário dado às marcas era suficiente.
Estas duas tendências, independente da exigência de diploma, conduzem à crescente necessidade de bons profissionais do campo da comunicação.
Globalmente, o emprego para a vida toda perde espaço para a empregabilidade. Numa nova dinâmica no mundo dos negócios a estratégia passa a ser a do desenvolvimento contínuo e constante de novas competências.
Neste sentido, a Esade e a ColetivaEAC uniram forças para lançar o primeiro curso de Jornalismo Empresarial por estas bandas.
Com caráter de MBA, prepara os alunos para atuação no ambiente de negócios. A meta é formar profissionais de comunicação que dominem o mundo das empresas.
Coordenado pelo professor Militão Ricardo, tem um time fantástico de professores, tanto na área da comunicação, quanto na dos negócios.
Mais informações nos sites das instituições…

*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial