Para o “muito” bem e, também, para o mal, a internet é uma mídia que proporciona a comunicação de todos com todos. Espaço que, se é democrático, também é uma base para disseminação de informações incorretas e deturpadas, muitas vezes protegidas pelo anonimato.
Recentemente, circularam pela rede notícias fantasiosas sobre a vacina de prevenção da gripe H1N1.
Em resposta às falsas informações, veio a imediata posição das entidades públicas ligadas à saúde, demonstrando, de forma cabal, a segurança da vacina.
Problema resolvido.
Há mais tempo, no entanto, a rede de computadores vem sendo alimentada acerca de atitudes desairosas, para dizer o mínimo, da candidata Dilma Rousseff.
A receita da saúde, com o perdão do trocadilho, poderia ser adequada à mãe do PAC, o que parece não será usado pela sua inteligência de campanha.
Caberia, neste caso, à imprensa questionar a candidata acerca de seu passado. Por exemplo: teria ela participado de atos que resultaram na morte de civis inocentes?
Eu sei. Há uma parcela da sociedade, pequena e ruidosa, que entende que esta eventual participação foi repleta de méritos: combater a ditadura militar para implantar uma ditadura de esquerda, segundo estes seres, era, e é, uma atitude nobre.
Ainda assim, é um direito de toda sociedade saber esta verdade antes de decidir seu voto.
As respostas da candidata, entretanto, devem ser postas sempre em dúvida. Não esqueçamos: esta Senhora mentiu até no seu currículo.
Caberia uma investigação jornalística.
Ou não há interesse?

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