De antemão, uma opinião pessoal.
Nunca antes na história deste País teremos uma eleição tão desgraçada. Esquerdistas da melhor à pior espécie digladiar-se-ão na busca da cadeira presidencial para de lá continuarem a aumentar o desperdício de dinheiro público, nomear apaniguados para o crescente número de cargos de confiança e criar dificuldades para o pessoal que paga a conta.
Isto posto, cabe analisar a pesquisa Ibope e, principalmente, a opinião emitida pelos amigos do PT acerca dela.
Segundo os números, Dilma chega aos 30%, o que representa um crescimento substancial considerando o patamar de onde saiu. Serra, por sua vez, permanece estacionado em torno dos 35 pontos percentuais.
Surpresa?
Ora, gostemos ou não do Governo Lula, é inegável que a popularidade do populista Molusco gera uma importante intenção de votos para a situação. Além disso, considere-se que o petista clássico não se mexe: se alguém lhe disser que Lula estuprava a mãe, ele logo constrói uma versão que contempla o assanhamento da progenitora do apedeuta. Ou seja, não importa o escândalo, petista que é petista fica no barco, muitos deles para garantir uma boquinha.
Finalmente, do andar mais alto ao mais baixo há pessoas que são, ou se sentem, beneficiados pelo Governo. Banqueiros locupletam-se, miseráveis ganham pequenas sinecuras.
Componentes como estes colocam o Barack, não o americano, mas o gato da minha filha; o lateral direito do Votoraty e, por que não, a doce guerrilheira Dilma, em 30%. É um patamar partidário após sete anos de poder.
Uma parcela de adoradores do PT na mídia gaúcha, entretanto, apresenta a pesquisa com um viés de happy end, colocando os desejos à frente das opiniões. Coerentemente, são os mesmos jornalistas que decretaram a morte política de Yeda Crusius não faz muito.
Definitivamente, não faz a menor diferença se o próximo presidente será Serra, Dilma, Marina ou Ciro. São todos farinha do mesmo saco: estatistas, esquerdistas e retrógrados. Rezam por cartilhas que já foram incineradas no mundo livre há duas décadas, mas isto não significa que se deva deixar o PT, através de seus satélites na mídia, levar na marra.
Serra deve abrir uma margem importante de votos em seu Estado, tem rejeição baixa e é conhecido no Brasil todo. Entra na eleição com reais possibilidades, ainda que isto contrarie o desejo de alguns.
Ou não?
Perguntando
No momento em que o Rio de Janeiro se mobiliza para reverter a redistribuição dos recursos futuros do petróleo, o candidato Tarso Genro aparece pimpão ao lado dos políticos cariocas, solidarizando-se com a causa. Será que os fluminenses não gostariam de adotá-lo? Quem sabe Tarso para o Governo de lá?

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