Um piso salarial justo e a retomada do diploma. Estas devem ser as lutas prioritárias da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (Sindijor/RS), eleita com 238 votos de um total de 280 votantes, que será empossada nesta quinta-feira, dia 1º de agosto. Mas não só estas bandeiras devem dominar as mentes dos integrantes da nova gestão, que responderá pela entidade no período 2013/2015. Os eleitos, em chapa única, prometem brigar para igualar o valor do piso da Capital e do Interior; intensificar a relação com os jornalistas a fim de aproximá-los mais do sindicato; e ampliar o quadro social.
Pela terceira administração consecutiva, tenho a honra de integrar a diretoria. Desta vez, na chapa encabeçada pelo ético e competente profissional Milton Simas Júnior, coordenador de comunicação do Sindicato dos Bancários do RS, que irá suceder as duas gestões de êxito de José Nunes. Teremos um trabalho árduo, nem sempre reconhecido pela dispersa categoria, pela frente. De brigar, de forma incondicional, pela volta do diploma, pela manutenção do bom relacionamento com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e para se conseguir uma maior participação da categoria nas atividades do sindicato.
O que me anima demais neste prosseguimento da empreitada, apesar deste trabalho intenso que se avizinha para os próximos três anos, é a companheirada que está comigo. Novamente, trabalharei com pessoas que admiro demais pela sua história pública de serviços prestados à categoria dos jornalistas, como o Celso Schröder, o José Torves e o Pedro Osório. Com a colega que respeito pela trajetória na luta de gênero e feminista, Vera Daisy Barcellos, com a promissora e incansável xará, Márcia Carvalho e com o eterno e confiável amigo de todas as horas, Jorge Correa, aliás, pessoa que me levou para dentro do sindicato.
Ao contrário da gestão anterior, em que tive uma participação reduzida em função de compromissos particulares e profissionais, pretendo ser bem mais ativa para auxiliar o Milton e sua equipe. Vou tentar, dentro da limitação do meu tempo, comparecer mais às reuniões de diretoria, atuar mais nas atividades externas, me oferecer mais para ajudar na reportagem e na edição mensal do “Versão”, o jornal do Sindicato. Nem sempre será possível. Mas vou me empenhar. Vou tentar. Vou revirar os meus horários. Virar de ponta cabeça. Criar mais dias e noites no meu calendário. Enfim, dar respostas à categoria que me elegeu.
Que ao final deste triênio desta nova gestão no sindicato, esta diretoria, eleita legitimamente pelo voto dos associados, possa, como as anteriores, dizer que lutou com dignidade pela qualificação profissional dos jornalistas, que necessitam tanto.

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