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Reforma ortográfica

 Alfabetizados em geral conseguem ler textos ainda que às palavras que o compõem faltem letras. Acostumamo-nos à grafia das palavras, passando por cima das …

 Alfabetizados em geral conseguem ler textos ainda que às palavras que o compõem faltem letras.

Acostumamo-nos à grafia das palavras, passando por cima das dificuldades referentes à falta de algumas letras.

Isto posto, passo a considerar a reforma ortográfica simplificadora e, por conseguinte, palatável.

Jiboias e ideias dispensam acentos para sua compreensão. É tranquilo…

Há, entretanto, algumas palavras que ficaram estranhas. Linguiça e re-escrever, das mais usuais, são as que ficaram mais esquisitas. Talvez sejam como Dilma: recauchutadas, mas não, necessariamente, melhoradas.

A feiura de algumas palavras não se alterou, nem tampouco sua grafia: maxidesvalorização permanece assustadora para todos, menos para os exportadores.

Do ponto de vista prático, porém, preocupa-me a queda dos acentos diferenciais. Agora, ao afirmarmos “Lula para o Brasil” ficamos na dúvida se estamos diante de uma campanha para a permanência do Desgoverno ou se a recessão brasileira está cada vez mais fora do controle do apedeuta.

 Perguntando:

 – Obama vai fechar a base de Guantanamo. Será o fim do pedaço da ilha que come?

– Se o candidato não fosse cotista haveria toda esta mobilização?

– Haverá fiscalização com etilômetro neste final de semana na Avenida Central em Atlântida?

– O Hospital de Clínicas manterá a excelência no atendimento sem os convênios e os particulares?

– Por que a mídia preocupa-se tão pouco com a farra dos CCs? Há algum órgão público sem situações esdrúxulas?

Autor

André Arnt

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*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial

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