A auditoria do Tribunal de Contas da União, em conjunto com a CPMI dos Correios, apurou que agências de publicidade incorporaram bonificações (BVs) em contratos com estatais que deveriam ser repassadas às empresas. A constatação recaiu, especialmente, sobre as agências Lowe, Grottera, Ogilvy, DNA, D+ e SMPB. O relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), avalia que “foram apropriados pelas agências de publicidade em torno de 10% a 20%”, e calcula que “em cinco anos, em uma das estatais, como o Banco do Brasil, (o valor) teria chegado a R$ 90 milhões”. Segundo a matéria, o relator acredita que “os recursos da publicidade alimentavam uma fonte expressiva de corrupção”. As informações são da Agência Brasil.


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