Embora não tenha sido fácil, o 2019 da Huia – estúdio de design e tecnologia, que pertence ao ecossistema Haus – teve muito esforço e dedicação. Conforme o CEO Alessandro Cauduro, a empresa atingiu bons resultados, o que atribuiu a um trabalho de evolução que vem sendo feito nos últimos dois anos, no qual o empreendimento reestruturou o modelo de negócio e de atuação do estúdio.
“É da nossa natureza estar sempre evoluindo e aprendendo. Nos questionamos bastante neste ano sobre o nosso propósito, tanto que, logo no início do ano, reunimos os sócios e os heads para um workshop de alinhamento com o mote “por que o estúdio existe?””, explicou Cauduro. Segundo ele, foram vários encontros, onde, juntos, foram redefinidos os “por que”, “como” e “o quê”.
A maior conquista da Huia, conforme ele, é a satisfação dos clientes. Neste ano, a empresa criou vínculos maiores de confiança com eles, e, com isso, expandiu parcerias de longo prazo. No início de 2019, foi criado o grupo de estudos Huia.ai, de inteligência artificial, cujas principais missões são explorar as possibilidades relacionadas ao tema e buscar maneiras de aplicar esses recursos na busca de soluções para os clientes. “Nossas reuniões são semanais e sempre procuramos refletir sobre a aplicação do conhecimento em casos práticos”, destacou ao Coletiva.net.
Cauduro afirmou, ainda, que os resultados obtidos ao longo dos últimos 12 meses foram muito bons e além do planejado e que a empresa está bem estruturada para que em 2020 seja melhor ainda. “Neste ano, olhamos bastante para os nossos processos internos, para o propósito da empresa, para a diversidade de pessoas e, consequentemente, para entender cada vez mais as dores dos nossos clientes e como podemos ajudá-los além daquilo para que fomos contratados”, pontuou.
Em 2019,a Huia superou a meta de crescer 30% e, ao mesmo tempo, aumentar a rentabilidade do estúdio. Para 2020, Cauduro informou que a empresa trabalha com a inovação e a transformação digital dos clientes, lembrando que, em períodos de crise, estes costumam recuar seus investimentos nessas ações. “Nossa expectativa é que, com a volta da confiança do mercado, que voltem a investir e que os desafios sejam ainda maiores em 2020”, acredita.

