Após as operadoras e canais de TV por assinatura, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) estuda estabelecer regras para os serviços de vídeo on demand (sob demanda), fixando cotas de produção independente nacional. Segundo informa a colunista Keila Jimenez, da Folha de S. Paulo, serviços desse tipo, como Netflix, HBO Go, Fox Play, terão ainda neste ano regras similares às da TV por assinatura no que se refere a cotas de conteúdo nacional.
Um dos estudos avaliados pela Ancine propõe que 30% do conteúdo de serviços de vídeos sob demanda seja destinado à produção independente e nacional. A legislação do setor deve passar por um rearranjo para acomodar a nova regulação dos “on demand”. Procurada pela coluna, a Ancine não comentou o assunto.
Estimativas de mercado indicam que a Netflix, por exemplo, tenha cerca de 2 milhões de assinantes no Brasil – a empresa não revela o número exata.

