Para a diretora de redação de Zero Hora, Marta Gleich, o impresso “termina 2017 comemorando um ano espetacular”. Ao Coletiva.net, a gestora contou que este foi um momento desafiador e, ao mesmo tempo, de muitas conquistas, o que cria um “clima para 2018 muito promissor”.
Com relação à edição impressa, Marta lembrou o lançamento da segunda versão de fim de semana, a qual o grupo chamou de Superedição 2.0. Nos cadernos, houve reformulação do DOC, reposicionamento do Donna e mudança no conteúdo editorial do Segundo Caderno. A diretora de redação listou, ainda, os 12 novos colunistas e a consagração do Grupo de Investigação (GDI) que, neste ano, comemorou um ano de atuação.
Na busca pelo desenvolvimento do Rio Grande do Sul e para debater com a sociedade, a equipe do jornal realizou eventos como o iRS (índice de desenvolvimento criado por ZH em parceria com a Escola de Negócios da PUC) e várias edições do Fórum Respostas Capitais, da colunista Marta Sfredo. Nas plataformas digitais, destacou a criação do GaúchaZH, o qual chamou de “o mais importante lançamento da RBS em todo o ano”. “Estamos, cada vez mais, trabalhando de fora para dentro: nosso público está mudando a forma de consumir informação, indo cada vez mais para o mobile, para as redes sociais e para os aplicativos”, frisou.
Para Marta, o ano termina com resultados econômicos muito positivos e uma ótima energia para trabalhar e transformar em 2018. “Queremos estar cada vez mais próximos do nosso público, entendendo o que ele quer, na hora que quiser, na plataforma que consumir. É um privilégio trabalhar em comunicação nesses tempos”, salientou ao portal. Ela adiantou que, nas últimas semanas, a empresa realizou um workshop para elevar a régua da qualidade do Jornalismo que a empresa entrega ao público. Desse trabalho, do qual participou um grupo com 50 dos principais jornalistas da casa, surgiu um plano com diversas ações para 2018, as quais não foram detalhadas.
Sobre os próximos 12 meses, a gestora disse acreditar que será um ano de teste para quem faz Jornalismo, devido às eleições. “Nosso papel de fornecer notícias com qualidade, checadas, bem apuradas, verdadeiras, mais do que nunca, está em jogo, contra as fake news e o mar de informações sem qualidade que circulam todo dia nas redes sociais”, falou, e completou: “É uma grande oportunidade para os jornalistas que fazem bem o seu trabalho”.
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