Ao Ao fazer uma inspeção em salas pouco freqüentadas do edifício-sede da ARI (Associação Riograndense de Imprensa), o diretor de Patrimônio Ayres Cerutti encontrou uma preciosidade: atirada atrás de uma velha escrivaninha, lá estava a ficha de associação de Alberto André, que durante décadas foi presidente da entidade. A ficha tem foto do então jovem jornalista, é datada de 27 de janeiro de 1938 e entre os dados cadastrais está o registro profissional de André, de número 50.
Com a descoberta, Cerutti intensificou as buscas e encontrou fichários com dezenas de fichas de inscrição de associados, todos das décadas de 30 a 60. Fez contato com o presidente Ercy Torma, que autorizou a realização de um trabalho técnico de recuperação dos documentos, junto com a biblioteca da entidade, que abriga centenas de livros, a grande maioria sobre jornalismo, marketing e relações públicas.

