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ARI recorda personalidades do seu Prêmio de Jornalismo

Durante lançamento oficial, jornalistas foram convidados a compartilhar experiências

Julio Cordeiro, Ricardo Giusti, Ercy Torma, Angélica Coronel e Cristiano Vieira | Crédito: Thamara/ARI\n

Julio Cordeiro, Ricardo Giusti, Ercy Torma, Angélica Coronel e Cristiano Vieira | Crédito: Thamara/ARI

No último sábado, 5, a Associação Riograndense de Imprensa realizou o lançamento oficial do 58º Prêmio ARI-Banrisul de Jornalismo. No evento, além de anunciar as novidades deste ano e de contar com profissionais que compartilharam suas experiências com o concurso – Angélica Coronel, Cristiano Dias Vieira, Júlio Cordeiro e Ricardo Giusti –, foram chamadas à mesa de honra mais três pessoas que foram marcantes na trajetória da distinção.

Por iniciativa do presidente do Conselho Deliberativo, Ercy Torma, o repórter cinematográfico da Fiergs Milton Cougo foi convidado a falar sobre a relação com o Prêmio ARI, pois foi vencedor dele por 17 vezes. Emocionado, ele agradeceu a lembrança, confessou que não era bom com palavras, mas lembrou de uma de suas produções premiadas, “Mulheres que amam demais”, em parceria com a jornalista Cristiane Finger. “Contamos histórias de esposas e mães que faziam visitas periódicas ao Presídio Central e suas lutas para se manterem ao lados dos familiares presos. Também mostramos que, no caso do presídio feminino, esse apoio não acontecia com intensidade”, recordou, visivelmente engasgado.

Também foi chamado o jornalista e escritor Walter Galvani, que, de acordo com Torma, arrematou “algumas dezenas de Prêmios ARI”. De forma muito breve, ele se disse muito feliz em compartilhar o mesmo espaço com tantos premiados. E disse mais: “É uma satisfação enorme ver muitos dos meus estagiários aqui. Poder ter aberto portas a tantos profissionais com talento foi uma das melhores coisas que fiz na vida”, afirmou o jornalista com mais de 80 anos.

Por último, Antônio Goulart, que foi coordenador da premiação nos últimos 20 anos, recordou que a primeira edição tinha apenas três categorias e contou com cerca de 15 inscritos. Além disso, lembrou do quanto a internet colabora atualmente para a qualidade do concurso, pois já foi muito mais complexo liderar esse processo. “Também é importante contar que, no primeiro ano, já tínhamos grandes nomes, como Érico Verissimo na comissão julgadora. Ou seja, esse prêmio faz jus ao seu slogan: o troféu mais cobiçado pela imprensa gaúcha”, finalizou.

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