A cada semestre, a missão da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) se renova com alunos chegando às faculdades e, assim, a entidade reafirma a sua missão de congregar todos em torno do debate sobre o papel do Jornalismo e seus temas afins. Esse é o pensamento de Luiz Adolfo Lino de Souza, presidente da entidade, que ainda reforçou ao Coletiva.net que 2019 foi um ano de interação com seus associados, através de cursos e eventos.
Lino explicou que, nos últimos 12 meses, a ARI visitou oito faculdades, acompanhada de profissionais do mercado e diretores da entidade para falar da atuação do jornalista, da realidade da profissão e do cenário que está em permanente mudança. “Nossa motivação é congregar os jornalistas em uma associação apartidária, sem fins lucrativos e preocupada em valorizar o Jornalismo neste momento crucial para o exercício da profissão em um quadro político e institucional polarizado”, relatou o presidente.
No ano que passou, a Associação seguiu atuando como um fórum de discussão de temas relevantes. Por exemplo, foram realizados debates sobre a reforma da previdência, ética no jornalismo e liberdade de expressão em diversos painéis. “Os encontros com alunos e professores, assim como profissionais e representantes da sociedade gaúcha, estimulam a reflexão e unificam bandeiras”, contou o presidente.
Em 2019, a ARI realizou a segunda edição do ‘Diálogos de Jornalismo’ que reuniu profissionais do esporte na faculdade IMED e consolidou categoria universitária nos três concursos que organiza: Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental, Prêmio da Justiça Eleitoral – TRE-RS e a 61ª edição do Prêmio ARI/Banrisul.
Para Lino, essa valorização da categoria é importante, uma vez que o jornalismo tem sofrido ataques injustificados por parte de setores da sociedade brasileira nos últimos anos. “Somente com jornalismo de qualidade e independente poderemos enfrentar mentiras ou fake news que geram factoides para mascarar a realidade e desinformar”, disse ao portal.
Para 2020, o presidente da Associação Riograndense de Imprensa espera uma atuação ainda mais diversificada e, também, ampliar suas conexões com a sociedade gaúcha. “Esperamos um combate às fake news nas eleições municipais e que a missão do jornalista seja decisiva para auxiliar na escolha dos governantes, vereadores e prefeitos, que são os mais próximos da população”, concluiu.

